Com tanta desconfiança e tanto desalento para com a classe política governante, Cavaco Silva salta para a ribalta, empunhando a bandeira da estabilidade e da bem-aventurança. Aparece como o paladino da democracia, num momento em que tantas vozes de levantam contra os atentados perpetrados contra a sua essência.
Cavaco personifica a salvação da pátria, o D. Sebastião dos desiludidos com o denso nevoeiro que paira sobre São Bento.
Será ele o timoneiro de que o país precisa?
Será para ele que o povo se vai virar em busca da tão ansiada estabilidade?
Estará Cavaco, tal como Putin, a preparar-se para se suceder a si mesmo?
Se isso acontecer, só terá que agradecer à errática e titubeante política de Sócrates, se é que alguém pode agradecer a um político que não soube capitalizar a simpatia e o respeito dos portugueses.
Será para ele que o povo se vai virar em busca da tão ansiada estabilidade?
Estará Cavaco, tal como Putin, a preparar-se para se suceder a si mesmo?
Se isso acontecer, só terá que agradecer à errática e titubeante política de Sócrates, se é que alguém pode agradecer a um político que não soube capitalizar a simpatia e o respeito dos portugueses.

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