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31 de maio de 2010

Imposição Alegre



Não se viu na cara de Sócrates, aquando da declaração de apoio a Manuel Alegre, o mesmo entusiasmo que manifestou relativamente a Mário Soares ou a Vital Moreira.
A julgar pelas anteriores opções, José Sócrates não é um político motivado pelos resultados, antes preferindo apoiar aqueles que mais complacentes são com a sua forma de governar,
Desta vez não foi assim. Apesar de todos sabermos que Manuel Alegre nunca poderia ser escolha de Sócrates, também sabemos que só o foi porque a sua situação política já não lhe permite impor ao partido o seu candidato, fosse ele quem fosse, o que só reforça a ideia de que, no Largo do Rato, sobe de tom a contestação ao líder.
Mas mesmo que assim não fosse, e José Sócrates ainda mantivesse aquela aura de impoluto governante, para o PS e para os seus militantes, seria uma ingratidão muito grande não estar apoiar alguém que, apesar das críticas, sempre defendeu a liberdade e sempre esteve ao lado de grande parte daqueles, que sofrem e sofreram com a falta dela.

27 de abril de 2010

Aqui D'el Rey


Já não ouvia falar de bancarrota desde que, em 1978, Mário Soares, enquanto primeiro-ministro, se viu na contingência de pedir a intervenção do FMI. A partir daí o nosso pequeno país viveu em constante sobressalto financeiro. As crises sucediam-se e o arranque rumo ao crescimento económico tardava em chegar. Hoje vivemos um clima semelhante, embora com a rede da união a que pertencemos e nos ampara nos momentos de maior aflição e que invariavelmente se traduzem numa recorrente necessidade de aumentar as receitas do Estado à custa da penalização fiscal do pequeno e médio trabalhador.
É deprimente viver num país onde o esforço para salvar as contas públicas tem que ser feito sempre por quem nunca conheceu outra forma de vida, que não fosse a de privação e de poupança e nunca por aqueles que aproveitam a nossa habitual parcimónia para receberem milhões de euros, com o argumento de que os bons profissionais devem ser muito bem pagos para que não "fujam" para o estrangeiro. Perante esta dura e incontornável realidade, todos os sectores da sociedade clamam por um entendimento suprapartidário com o objectivo único de fazer frente aos que vaticinam um futuro negro para a economia do nosso país. Desta feita, reunem-se os líderes das forças políticas que habitualmente nos governam, ou seja, os líderes dos partidos que têm conduzido os destinos de Portugal desde 1976 até aos nossos dias.

21 de abril de 2010

Há sempre um Plano B


Com o novo líder do PSD, as coisas parecem ser bem mais fáceis de gerir, tanto para o ainda primeiro-ministro, como para o próprio presidente da república. As propostas para uma governação mais assertiva e coerente têm sido (bem) aceites pelo partido que governa, apesar de não ser essa a imagem que pretendem ver passada para a opinião pública. Passos Coelho aparece assim como a consciência de Sócrates, fazendo-o reflectir e inflectir, perante a sobriedade das propostas por si apresentadas quanto às medidas a adoptar para relançar a economia portuguesa, sem prejudicar em demasia os contribuintes. Quanto à magistratura de influência exercida por Cavaco Silva, na tentativa de serenar os ânimos constantemente exaltados dos parlamentares e que inexoravelmente aumentam o sentimento de desconfiança da sociedade, convém salientar que, apesar de ser sempre bem-vinda, é representativa da capacidade que o mesmo para gerir as prioridades com que devem ser encaradas as políticas em tempos de crise o que, provavelmente para um poeta não seria tarefa fácil

20 de abril de 2010

Namoro



Nada melhor do que uma enxurrada seguida de uma "Festa da Flor" para aquecer os corações de dois governantes cujo principal objectivo é governar bem os seus súbditos. Até quando é que o verniz se aguentará sem estalar é o que vamos ver. No entanto, se o inevitável acontecer, só prova que, em política, o que hoje é uma verdade, amanhã poderá não ser, pelo menos, tão verdade como no dia anterior.

2 de março de 2010

Agora é que são elas

Como se dúvidas ainda houvessem, alguns partidos da oposição decidiram criar uma comissão de inquérito, com vista a avaliar se José Sócrates terá efectivamente mentido relativamente à compra da TVI pela PT. Acho bem, como dizem alguns, até porque o Povo necessita de ter a absoluta certeza de que não está a ser governado por um troca tintas que conseguiu, tal como outros que o antecederam, dar a volta às elevadas exigências com que são adimitidos os candidatos à liderança política do nosso país. Depois das conclusões, se as houver, nada voltará a ser como dantes, até porque a lição foi bem aprendia e durante os próximos anos, os políticos que nos irão governar, só o poderão fazer se forem detentores de pedigree.

1 de março de 2010

Pior do que decidir mal é não decidir.

I lançou a pergunta e as respostas são muitas. Desde o Sim, passando pelo Não Sei e acabando no Não, várias são as personalidades que dizem de sua justiça sobre o comportamento do primeiro-ministro português mais enxovalhado de sempre. Nunca, em semelhantes circunstâncias, um Chefe de Governo se manteve em funções após tão incessante campanha para o denegrir. Não compreendo porque motivo Sua Excelência o Presidente da República, ainda não fez o que lhe competia relativamente ao primeiro-ministro do seu país, tendo em conta as fortes suspeitas que sobre ele pairam. Será que tão longa espera só se justifica pelo facto de ainda não haver alternativa? Seja como for, não concordo que a situação se mantenha, quando todos são unânimes em considerar que a imagem a a credibilidade do país estão a ser fortemente prejudicadas com tudo o que se está a passar. Creio que o prazo de validade de Sócrates já está sobejamente ultrapassado e que, de certeza, outras alternativas existirão para o substituir, o que ainda não terá acontecido, ou porque ainda não encontraram melhor ou porque se calhar ninguém quer pegar no país no estado em que se encontra, o que é um erro, pois poderia justificar o aumento da austeridade inicial com que qualquer governo nos gosta de surpreender.

16 de fevereiro de 2010

Coelho de corrida

Com as sua declarações, Passos Coelho começou uma guerra de palavras com Alberto João. Ao dizer que dizer que não tem obrigação se ser sempre solidário com Jardim, está a piscar o olho aos descontentes da Madeira e do Continente, ou seja, está a capitalizar apoiantes. Muito sinceramente, a minha simpatia por Passos Coelho até aumentou quando li que o proto-candidato à liderança do PSD se demarcou do sorvedouro madeirense. Não é que eu ache que ser madeirense é uma grande vantagem. Muitas terá para quem lá vive e para quem lá vai, mas as assimetrias que existiam há vinte ou trinta anos, em nada se comparam às que vivemos atualmente. Se existem motivos para continuarmos a contribuir, então devemos ser solidários, mas se o montante das transferências de dinheiro para o arquipélago da Madeira está acima das reais necessidades dos madeirenses, então santa paciência, todos temos que contribuir para os esforço nacional e, nesse caso, todos devem ver diminuídas as verbas que anualmente lhes são atribuídas. Voltando a Passos Coelho, penso que é uma pessoa que até o PS gostava de ter como alternativa a Sócrates. Não porque seja de esquerda ou se encaixe nas necessidades preeminentes do partido de governo. A questão é que o homem, tal como José Sócrates, tem todas as condições para captar eleitorado do centro-esquerda e isso significa muito tanto para o PS como para o PSD, sobretudo para um país que necessita urgentemente de uma alternativa política e não se revê nas caras gastas e conhecidas dos outros candidatos à liderança do partido de São Caetano.

Adeus e até ao meu regresso


Vítor Constâncio vai deixar de prestar contas aos portugueses para começar a prestar contas aos europeus. Até aqui, apenas tinha que suportar as insuportáveis comissões parlamentares  convocadas pelos insuportáveis deputados da oposição portuguesa, para discutirem o já insuportável caso do BPN e avaliarem a função fiscalizadora do Banco de Portugal, na pessoa do seu governador. A partir de Junho vai ter que se preocupar, não com um banco, mas com todo o sistema bancário da zona euro. Segundo o próprio é "um cargo de grande exigência técnica, o que me cria um sentimento de grande responsabilidade". Diz quem sabe, que Vítor Constâncio é um excelente profissional, que tem um enorme carácter e que reúne um conjunto de qualidades que o colocam  numa situação preferencial na "corrida" à vice-presidência do BCE. O que se passou em Portugal, e com Vítor Constâncio, foi o espelho daquilo que se passou como Guterres ou com Barroso. Questionada a eficácia da sua actuação no mercado português, eis que a sua competência é reconhecida além fronteiras. Não servindo para nós, vai concerteza servir para os responsáveis pelo Banco Central Europeu. Será que eles avaliam de forma diferente as pessoas com quem pretendem colaborar?  Um coisa é certa, ser político em Portugal constitui um grande desafio, diria até que Portugal é a forja dos grandes políticos. Aqui, passam, num ápice, de bestiais a bestas. São vilipendiados, desconsiderados e a sua reputação constantemente posta em causa. Lá fora, são escolhidos para ocuparem cargos de destaque, não porque haja falta de candidatos, mas tão só porque lá são apreciados, respeitados e considerados. Pergunto eu. Será que Portugal tem todas as condições para formar políticos com fibra, que se destaquem nas instâncias europeias, ou não apenas não consegue vislumbrar a qualidade dos seus governantes e está sempre desejoso de os ver pelas costas?
Uma coisa é certa, quando saem daqui, têm logo ocupação garantida noutro lugar qualquer e com muito melhores condições. Do passado, apenas recordarão Portugal como um acidente de percurso que muito lhes custou a digerir mas cuja governação lhes deu traquejo suficiente para enfrentar os desafios europeus. Poderão voltar um dia mas apenas na qualidade de candidatos à mais alta magistratura da nação porque política activa em Portugal, nunca mais.
Só espero que Sócrates encontre, também ele, um futuro político longe de Portugal, porque aqui já ultrapassou o prazo de validade e não tem mais condições para governar.

14 de fevereiro de 2010

Em Contra Relógio


Depois de conseguirem desacreditar a pessoa e o político, eis que a oposição está a um passo de concretizar o seu plano de governo para o país.
António Costa e Capoulas dos Santos foram unânimes em considerar que a solução para ultrapassar a crise, passa forçosamente pela apresentação de uma moção de censura ao governo. Só que, para além de outras, existem questões a resolver no PSD. A falta de liderança alternativa vai gerar um clima de tensão dentro das estruturas do maior partido da oposição.
Se por um lado clama por mudança, por outro não tem alternativa à governação. Se decidir ir a eleições, tem que esperar primeiro pela eleição daquele que será o próximo primeiro-ministro de Portugal. Como a crise não pode esperar e não se vislumbra, por parte de Cavaco Silva, qualquer intenção de intervir na governação do país, antes achando que é necessário ter confiança no governo, sou capaz de apostar que os benefícios dessa campanha, negra diga-se, contra José Sócrates, lhe trarão mais vantagens do que desvantagens, independentemente de continuar a ser ou não candidato ao que quer que seja. Assim, sem conseguir acompanhar a velocidade a que a sucessão de acontecimentos ocorre, o PSD poderá muito bem vir a perder mais do que estava à espera de vir a ganhar, pois corre o risco de não conseguir ter e ser uma alternativa viável de governo.
Com tudo isto, os portugueses permanecem em crise e aguardam a decisão dos senadores, quão preocupados que estão em resolver os problemas de governação do país, somente gerados porque quem governa são outros e não eles.

10 de fevereiro de 2010

Excessiva, demagógica e populista


Foi assim que Sócrates classificou a proposta de Paulo Portas para que o primeiro-ministro “a tocar no seu próprio salário” para “dar o exemplo”.
A coragem de um homem, mede-se, muitas das vezes, pela forma como toma decisões. No caso de Portas é de louvar que tenha tido a ousadia de propor tal sacrifício ao (ainda) timoneiro da nação.
Não me parece porém que, quer um quer outro, acreditem que tal medida venha resolver o problema do deficit ,daí que não tenham que estar preocupados com a sua concretização porque, nem um nem outro,  têm que se governar somente com aquilo que liquidamente auferem pelo "trabalho" que é suposto desenvolverem em benefício da nação.

9 de fevereiro de 2010

Acossado

Na fase final do seu reinado, Sócrates sente-se atacado por todo o lado e em todo lado. Argumenta que a oposição divulga um crime praticando outro e isso não é política mas antes uma outra forma de fazer política.
Não foi a primeira, nem será a última vez que, para "queimar" um hipotético criminoso, se recorrem a práticas menos ortodoxas, não previstas nos manuais de direito mas por norma eficazes, tendo em conta os resultados obtidos. É assim que acontece em países onde a democracia que funciona é uma democracia imposta e onde quem a impõe é o tirano que consegue controlar a população e as riquezas do país que igualmente controla.

Efeito Putin



Com tanta desconfiança e tanto desalento para com a classe política governante, Cavaco Silva salta para a ribalta, empunhando a bandeira da estabilidade e da bem-aventurança. Aparece como o paladino da democracia, num momento em que tantas vozes de levantam contra os atentados perpetrados contra a sua essência.
Cavaco personifica a salvação da pátria, o D. Sebastião dos desiludidos com o denso nevoeiro que paira sobre São Bento.
Será ele o timoneiro de que o país precisa?
Será para ele que o povo se vai virar em busca da tão ansiada estabilidade?
Estará Cavaco, tal como Putin,  a preparar-se para se suceder a si mesmo?
Se isso acontecer, só terá que agradecer à errática e titubeante política de Sócrates, se é que alguém pode agradecer a um político que não soube capitalizar a simpatia e o respeito dos portugueses.

8 de fevereiro de 2010

Todos pela Liberdade


Bom, se é para lutar pela liberdade, o "Impossível de aturar" faz questão de se juntar ao movimento.
Primeiras ecos na imprensa, no ionline; no Público (via Blasfémias).

Mudam-se os porcos...


No lugar de Sócrates já me tinha posto a andar. Essa decisão não evitaria que o homem fosse julgado pelos crimes que hipoteticamente terá cometido mas, pelo menos, não se dirigiam a ele como o primeiro-ministro de Portugal. Além disso, a saúde política do nosso país não ficaria mais prejudicada, pelo menos por uns tempos, até o povo entender (se é que já não percebeu) que os políticos que nos representam, e que nós obedientemente aceitamos, são fruto do fulgor das máquinas partidárias, cujo principal interesse é manter as mordomias que a todo o custo fazem questão de manter em vigor, sem se preocuparem muito com o estado calamitoso em que vão deixando o país, nas cíclicas idas e vindas a que, desde a Revolução dos Cravos, nos habituaram e que nunca resolveram algum problema estrutural do país, sempre mergulhado numa interminável crise, justificativa do constante aumento da carga fiscal sobre os portugueses, como forma de diminuir o que não pode ser diminuído.

15 de outubro de 2009

Na hora da verdade




Não acredito que Sócrates tenha suplicado, quer a Ferreira Leite, quer a Paulo Portas, a viabilização de um governo minoritário socialista para os próximos quatro anos.
Não acredito que, se isso acontecesse, Paulo Portas iria dizer ao seu eleitorado que tinha aceitado ajudar, aqui e ali, o governo P.S. a manter-se em funções.
Não acredito que Sócrates encare como única alternativa para governar com estabilidade uma aliança com o B.E. assim como não acredito que Sócrates concretize uma aliança com o P.C.P.
Acredito, isso sim, que todos os partidos têm interesse em fazer uma oposição responsável e que as negociações sobre a viabilidade deste ou daquele diploma, sejam mais morosas e difíceis.
Também acredito que Sócrates mais facilmente fará cedências a Francisco Louçã do que aos outros todos juntos, pois, convém não esquecer, que Manuel Alegre se recatou muito rapidamente, talvez a pensar nas próximas eleições presidenciais e que mais facilmente o B.E. deixará cair a taxação sobre as grandes fortunas do que o P.S.D. abandonar a sua posição sobre o t.g.v. ou o novo aeroporto de Lisboa ou o C.D.S. aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo


19 de setembro de 2009

A todo o custo




Ruidosamente tentam lançar farpas aos seus opositores. Desfazem-se em tentativas, muitas das vezes loucas e ocas, para denegrir o seu adversário, quer política quer pessoalmente. A obsessão com que actuam, leva a que os responsáveis em "fabricar" calúnias, esmiúcem a vida daqueles que pretendem fragilizar em busca de desvios que os possam descredibilizar perante o eleitorado. Esquecem-se porém que tal actuação prejudica não só os visados, como também aqueles cuja credibilidade é necessária ao funcionamento das instituições democráticas.

12 de setembro de 2009

Ainda que dúvidas houvesse...

Sócrates conseguiu colocar Manuela Ferreira Leite constantemente à defesa. Eu diria até que, perante uma total ausência de alternativas de poder, Manuela Ferreira Leite apenas deixou claro que, as únicas áreas em iria "mexer", se for eleita como primeira-ministra do país, eram a da segurança social, da saúde e da educação, entregando aos privados, uma parte significativa da sua exploração. De resto, negou constantemente aquilo que assumiu enquanto ministra das finanças e apressou-se a justificar o desvio na política anti-crise que julgou ser acertada enquanto tal.

Mais do mesmo

As sondagens valem o que valem mas, a julgar pela que foi hoje pulicada no semanário Expresso, nenhum dos (grandes) partidos portugueses consegue alcançar a tão desejada maioria absoluta. Perante tal realidade, contam-se espingardas para não haver dependências parlamentares o que, a julgar pelo cenário, será de todo impossível. Esfregam as mãos o B.E. e o P.P., ansiosos que estão para que cada um dos mais votados lhes bata à porta a "pedir batatinhas".
A democracia em Portugal funciona assim. A bipartidarização asfixiante, faz com que umas vezes se vire à direita e, outras vezes, se vire à esquerda, apesar de nenhum dos dois gostar de assumir que está mais encostado a um lado do que a outro. O Povo, esse, sai sempre prejudicado e assiste impávido a esta já normal dança de cadeiras onde, invariavelmente, se sentam os mesmos protagonistas.
Perante tão evidente cenário, adivinham-se grandes amuos e oportunos golpes palacianos na vida política portuguesa, com cada uma das facções a "puxar a brasa à sua sardinha" esquecendo, como sempre, os que mais necessitam de estabilidade política. Na boca de Marcelo, o governo que sair vencedor das legislativas não dura mais de dois anos, tal é a vulnerabilidade com que enfrentará os "golpes" da oposição. A ser assim, Cavaco Silva ver-se-á obrigado a dissolver o parlamento e a convocar novas eleições, na esperança de que algum dos "grandes" obtenha a maioria absoluta e que, dessa forma, alguma paz social paire sobre ao país real.