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9 de abril de 2013

Forçados a arrepiar caminho


Depois de confrontados com chumbo do TC é que o governo e Vítor Gaspar acordaram para a necessidade de limitar as despesas nos ministérios. Se tivessem logo começado por aí, isto é, se de princípio  impusessem limitações às fantasiosas e desnecessárias despesas, seja na admissão de pessoal, seja na aquisição de material, de grande parte dos ministérios, não estariam hoje a cortar cegamente em tudo que cheira a despesa, mesmo não o sendo, sem cuidarem de assegurar as condições mínimas de de funcionamento daqueles que, ainda assim, conseguem dar um pouco de dignidade ao espoliado cidadão.

16 de março de 2013

A obsessão pelos números


A receita do ministro Gaspar para recuperar o atraso endémico do nosso país é, de facto, a mais correta! Apenas um reparo terá que inevitavelmente ser feito. O homem não contabilizou as privações que tal receita iria trazer à vida de muitos milhares de portugueses, mas nem tinha que o fazer, porque essa é uma preocupação do primeiro-ministro, pois é a ele que cabe avaliar se o bem-estar do seu Povo, está ou não a ser prejudicado com a execução das suas políticas.

27 de outubro de 2012

Por um fio

Se o risco de uma explosão social não fosse real e elevado, não seria necessário o ministro Vítor Gaspar vir apelar insistentemente ao espírito de sacrifício dos portugueses, o ministro Miguel Macedo desbloquear as promoções dos polícias e a ministra da justiça pedir os ministros seus colegas, que sejam políticos exemplares.
Já agora, seria interessante ver que, depois do apelo, todos sem exceção a abdicarem das mordomias e dos salários milionários que recebem como governantes, dando assim um inequívoco sinal de solidariedade para com um Povo à beira de um ataque de nervos. 


11 de julho de 2012

8 de setembro de 2011

Técnico para a ocasião


Mário Soares, classificou Vítor Gaspar de "político ocasional", alertando para a necessidade que Portugal tem, nesta hora, de um político e não de um contabilista que corte sem olhar para as pessoas, obcecado que está em regularizar as contas do Estado. 
Por um lado dou razão a Soares, quando diz que é necessário alguém que esteja mais atento aos problemas das pessoas e às suas necessidades. Por outro lado, não me revejo nas suas afirmações, sobretudo quando diz que esse alguém terá de ser um político, não ocasional subentenda-se.
Ora, se foram os políticos que nos trouxeram até aqui, porque motivos é que o ministro das finanças, ou outro qualquer, teria que ser um político, parecido com aqueles que levaram o primeiro-ministro à necessidade de ter que recorrer a um técnico para pôr ordem nas contas públicas.