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22 de abril de 2013

O chumbo do bom aluno


Enquanto não exigimos igualdade de tratamento, para com os nossos parceiros europeus, a coisa até andava mais ou menos, mas a partir do momento em que começámos a não ter dinheiro para comprar sequer aquilo que os países mais desenvolvidos da União Europeia produzem, e optámos por nos virarmos para o mercado interno, dando preferência ao que produzimos e tornando-nos até auto-suficientes, já se levantam vozes contra a utilidade da nossa permanência na construção do sonho europeu.
É caso para dizer aos arautos da União Europeia, que defenderam, e defendem, o papel do bom aluno, que afinal de nada valeu hipotecarmos a nossa independência económica, vendendo ao desbarato, tudo aquilo que nos identificava como país, com exceção dos símbolos, que apenas servem para colocar na sala de troféus, de tantos quantos os que nos venderam aquela ideia errada de solidariedade entre os povos.

30 de janeiro de 2012

NEuropa (antevisão daquilo que poderia ter sido)


Aos poucos, a Alemanha vai vendo concretizado o seu sonho de dominar os destinos da Europa, sendo que desta vez não é pela via das armas, a não ser que ela (Alemanha) insista muito nessa tentativa.

5 de novembro de 2011

Descartáveis.....

[cartoon]

Agora percebo o motivo pelo qual, as moedas de euro têm aquele anel exterior.


17 de agosto de 2011

Euro a quanto obrigas!


O preço a pagar pela manutenção da estabilidade da União, obriga a que alguns daqueles países que mais contribuem para esforço colectivo de equilíbrio das finanças públicas, e por isso serem os que mais têm a perder com o fim do Euro, queiram chamar a si, através de um novo governo económico, competências até aqui da exclusiva responsabilidade dos governos dos Estados membros. Ou isso, ou caminho para a desintegração. E nós, bem caladinhos, e porque precisamos de alguém que nos ajude a estancar o desperdício em que mergulhamos e do qual não damos mostras de conseguirmos sair, aceitamos de cara alegre a decisão, não vão os nossos patrocinadores ficarem zangados e fecharem de vez a torneira.

11 de julho de 2011

O que se diz, e quando se diz


Daniel Oliveira tocou na ferida. O que há um ano não passava de uma análise de mercado, feita por quem conhecia muito bem as contas públicas do nosso país e, por isso mesmo, perfeitamente legítima e acatável, hoje, essa mesma análise, é considerada como inaceitável, terrorista e, por isso mesmo, uma afronta à estabilidade económica da União Europeia.

30 de junho de 2011

Barroso propõe imposto sobre transações financeiras*


Eis que chegou o momento que todos temíamos, mas só alguns desejavam.
Daqui a uns dias, vamos começar a pagar os rios de dinheiro que nos foram chegando da União. Pena que só alguns tenham dele usufruído, sem que, na maior parte dos casos, lhes tenham perguntado por contas.

[daqui *]

25 de março de 2011

Indigestões


Desde que foi afastado do cargo de embaixador de Portugal na UNESCO, que Carrilho nunca mais perduou a Sócrates. Agora, ao vê-lo num momento de fragilidade, aproveita para lhe atribuir a culpa do fracasso da política do governo. 
Mas será que Sócrates estará assim tão fragilizado como pensa Carrilho?
Eu penso que não, até porque se assim fosse, Sócrates não abandonaria o cargo de primeiro-ministro. Repare-se que Sócrates deixou Passos Coelho, ou outro que vier a seguir, vinculado a um acordo com Bruxelas e, a esse, Portugal não poderá fugir, mesmo que queira, pois dele depende a sua continuidade como membro de uma União que não se pode dar ao luxo de perder a concretização dos seus objectivos só porque há um país junto ao mar, que não cumpre com as metas. Por isso, por muito que o governo mude, por muito que a gente conteste, a política monetária da União Europeia não mudará e, mais uma vez, nós cá estaremos para aguentar esse resultado, custo o que custar. Mas estou convencido que menos custaria se tivéssemos políticos à altura de nos governarem.

27 de dezembro de 2010

Mensageiro da desgraça


Será que alguém incumbiu este senhor de dar as notícias que toda a gente quer, mas ninguém consegue?

24 de novembro de 2010

Quase certo


Quando José Sócrates diz que alguma coisa não vai acontecer, é porque está prestes a concretizar-se. Portanto, se diz que o nosso país não precisa de ajuda externa, é porque a nossa economia está mesmo a bater no fundo e o pedido de ajuda à União Europeia será uma inevitabilidade, de nada valendo o espernear doentio com que continua a querer resistir.

16 de novembro de 2010

Trancas à porta


A fim de salvaguardar o bem comum, Portugal pode muito bem ser considerado como Estado que não interessa aos superiores interesses na União Europeia. Isto porque, na pessoa do seu presidente, chegaram à conclusão que, depois de tantos anos a ajudarem Portugal, com colossais transferências de dinheiro, na expectativa de verem reformadas as instituições, a administração pública, o tecido produtivo, enfim, tudo aquilo que poderia contribuir para que o nosso país, ao fim de todos estes anos, pudesse continuar a ser aquele aluno exemplar que todos orgulhosamente consideraram, quando o dinheiro ainda jorrava em abundância, chegaram à triste conclusão que toda essa riqueza apenas serviu para forrar ainda mais os bolsos dos poucos que ainda se conseguem continuar a rir, perante toda esta desilusão.

14 de novembro de 2010

Geração de consumidores


Já perdemos a pesca para os espanhóis, a agricultura para os franceses e para os polacos e, agora, perdemos a alfarroba para os dinamarqueses. Somos, o que sempre quiseram que nós fossemos. Neste imenso mercado, somos apenas consumidores, sem necessidade de sermos originais e sem necessidade de produzirmos o que quer que seja, tal a quantidade de produtos acabados que, às toneladas, entram pelas nossas fronteiras imaginárias. Aos poucos vamos acentuando a nossa dependência para com os nossos parceiros europeus mais combativos. Se por acaso, nos convidassem a abandonar o clube dos 27, ficaríamos muito mais pobres do que nos encontrávamos quando para aderimos à CEE. Vendemos tudo aquilo que nos mantinha como nação, levando-nos a que, perante essa hipotética realidade, suplicássemos para que alguém nos quisesse tomar conta dos nossos destinos como povo.

7 de setembro de 2010

Deixem-os governarem-nos


Aos poucos, vamos deixando de ser economicamente confiáveis aos olhos dos europeus.
Quer isto dizer que não sabemos tomar conta das nossas finanças. Uma espécie de filho pródigo, portanto.
Por isso, e para não voltar a acontecer o que aconteceu, com economias fracas como a nossa, a União Europeia decidiu, como se de um bom pai de família se tratasse, intensificar a vigilância das contas públicas de todos os estados membros que não soubessem, ou não pudessem, respeitar os limites do déficit,.
Analisando bem a coisa, talvez até não seja assim tão mau, termos alguém a dar-nos uma mesada para nos governamos.