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16 de dezembro de 2013

A Lei do mais forte


Se Israel não beneficiasse do apoio dos americanos, que lhe fornecem todo o tipo de apoio, incluindo o bélico, de certeza que não permaneceriam ali tão próximo daqueles que o detestam. Acontece que, na perspetiva dos israelistas, todo o palestiano é um potencial bombista, e essa perspetiva só muda, quando aquele Povo deixar de ser uma ameaça. Mas como isso tarda em acontecer, ou nunca acontecerá, atuam de forma a que não exista a miníma hipótese de alimentar um sonho que se poderá tornar num grande pesadelo. Trata-se, no fundo, de alimentar o instinto primário de colonizar para não ser colonizado, de controlar para não ser controlado, de torturar para não ser torturado e, em última instância, de matar para não ser morto, aquilo que define o dia-a-dia dos que todos os dias vivem com a responsabilidade de manterem as fronteiras.
Quanto à polémica criada à volta das declarações de Roger Waters, acho muito bem que se insurja contra aquilo que classifica de atuações "imorais, inumanas e ilegais". Por um lado, porque pode e, por outro, porque também ele foi inspirador da queda de muitos muros.