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3 de setembro de 2011

Quando o carrasco está gasto, muda-se de carrasco


Eu, que era um crítico das políticas desmedidas de Sócrates, ainda cá estou para continuar a criticar as desmedidas políticas de Passos, pois, para mim, e para muitos outros como eu, não se tratava de criticar Sócrates ou Passos, mas sim qualquer um que, tal como eles, se ocupe dos destinos de Portugal da forma destrambelhada como o fizeram e estão a fazer. Agora, aqueles que viram no atual primeiro-ministro, a resolução mais eficaz de todos os problemas do nosso país, deviam, também eles, e agora que estão a ver os calos apertados, vir a terreiro dizer o quanto lamentam as políticas que Passos utiliza para agradar ao Capital, em detrimento de um Povo, quase, farto de continuar a ser mal governado.

17 de agosto de 2011

Ainda bem!

Ainda bem que o governo Sócrates, e o próprio Sócrates, foram derrotados nas últimas eleições. Se assim não fosse, teríamos por esta altura, o subsído de Natal cortado em 50%, o IVA da electricidade e do gás a aumentarem para 23%, a decisão sobre a continuação da construção do TGV adiada até Setembro, o "maior despedimento de sempre de professores", para além de outras tantas a entrarem em vigor já a partir do próximo ano.
Ainda bem que os políticos não nos desiludiram com uma drástica e impetuosa mudança de políticas, apesar de ter ocorrido uma mudança de governantes e respectiva corte. 
Agora, depois de conhecer os aumentos, só fico à espera de conhecer o resultado do mais ousado e anunciado processo de emagrecimento do Estado.

25 de março de 2011

Indigestões


Desde que foi afastado do cargo de embaixador de Portugal na UNESCO, que Carrilho nunca mais perduou a Sócrates. Agora, ao vê-lo num momento de fragilidade, aproveita para lhe atribuir a culpa do fracasso da política do governo. 
Mas será que Sócrates estará assim tão fragilizado como pensa Carrilho?
Eu penso que não, até porque se assim fosse, Sócrates não abandonaria o cargo de primeiro-ministro. Repare-se que Sócrates deixou Passos Coelho, ou outro que vier a seguir, vinculado a um acordo com Bruxelas e, a esse, Portugal não poderá fugir, mesmo que queira, pois dele depende a sua continuidade como membro de uma União que não se pode dar ao luxo de perder a concretização dos seus objectivos só porque há um país junto ao mar, que não cumpre com as metas. Por isso, por muito que o governo mude, por muito que a gente conteste, a política monetária da União Europeia não mudará e, mais uma vez, nós cá estaremos para aguentar esse resultado, custo o que custar. Mas estou convencido que menos custaria se tivéssemos políticos à altura de nos governarem.

24 de março de 2011

Previsibilidades


Agora que o lugar de primeiro-ministro vagou, já se prevê quem vai ser o seu sucessor em tão espinhosa tarefa. Portugal vai voltar a ter eleições e os níveis de abstenção vão manter-se igualmente altos e os eleitos vão voltar a ser os mesmos. 
Se Sócrates se recandidatar, como se prevê, e o PSD não ganhar com maioria absoluta, como igualmente se prevê, então Passos Coelho vai contar com uma forte oposição, por parte do 2º partido político mais votado, que será o PS, como se prevê.
Depois, como que jogando à defesa, vai culpar os que, durante 6 anos, mais não fizerem do que, no seu entender, um ruinoso delapidar do património do país, deixando-o, mais uma vez, de tanga e num imenso lodaçal.
Só resta o CDS de Portas que, como se prevê, vai estar na primeira fila dos candidatos a alianças pós-partidárias, para assim voltar ao lugar que tão carinhosamente deixou, enquanto ministro da defesa do governo de Santana Lopes.
Os outros, aqueles que ainda não cheiraram o poder, vão capitalizar os votos de um eleitorado que, com vontade de mudar o rumo titubeante desta quase democracia, vão fazer pender a balança para o lado daqueles que mais prejudicados têm sido, pelas más políticas até aqui levadas a cabo pelos que, durante mais de 30 anos, não conheceram outro senhorio, que não fosse São Bento.

12 de março de 2011

Riscos de inocuidade


Sem dúvida que a manifestação de hoje à tarde, em 11 cidades do país, se saldou num enorme sucesso, daí estarem de parabéns os seus organizadores. Porém, não creio que o efeito desejado pelos manifestantes, se traduza numa qualquer alteração das políticas levadas a cabo pelo (des)governo de Sócrates, tão só, porque a grande parte dos que lá estiveram, ou nunca votaram, ou se o fizeram foi há tanto tempo, que já nem se lembram de quando aconteceu.
Esquecem-se, que em democracia, mais forte do que as manifestações, é a força do voto, e esse, temos que admitir, não tem sido muito utilizado para manifestar o descontentamento para com os políticos que nos têm governado nos últimos trinta anos, daí que eu tenha as minhas dúvidas acerca da utilidade da manifestação, o que se confirmará, se esse extraordinário espontâneo movimento, não se traduzir no abandono do abstencionismo, pois só assim conseguiremos mudar os políticos e as políticas.

3 de março de 2011

Não era preciso ir a correr falar com a patroa....

 
Quanto a coisa está má, lá vai Sócrates a correr para os braços de Merkel, pedindo-lhe que seja ela a dizer a verdade aos portugueses, uma vez que ele, como primeiro-ministro, não tem coragem para o dizer, isto claro, a julgar pelas nas recorrentes declarações que faz à Nação, onde nunca admite estarmos tão mal quanto aparentamos estar.
Desse modo, e porque lhe falta legitimidade moral para nos dizer que o laço está a apertar cada vez mais ou, como dizia o outro, "com a cara encostada à parede" vai fazer choradinhos para o regaço da chanceler a pedir-lhe que seja ela a dizer aos portugueses que as medidas de austeridade impostas, apesar de correctas e corajosas, ainda são insuficientes, o que por outras palavras quer dizer, que poderemos contar com mais algumas restrições ao nosso parco orçamento, sem que da parte dos políticos venha algum sinal de contenção nas despesas, antes pelo contrário.

8 de dezembro de 2010

Supostamente




Sócrates vai reunir com os parceiros sociais para apresentar as propostas de alteração ao código do trabalho. Segundo o DN, os contratos de trabalho individuais, de empresa e sectoriais devem passar a incluir um ponto no qual se estabelece, de forma clara, que o salário do trabalhador depende directamente da sua produtividade ou da qualidade do seu trabalho. Até aqui tudo bem, ou não estivesse quem contrata preocupado com a qualidade do trabalhador a quem dá emprego.
A questão prende-se tão só com o facto de todos sabermos que, quem menos erra é aquele que mais beneficiado sai. Ora, partindo do princípio que, quem muito faz, muito erra, e quem pouco faz, pouco erra, só serão premiados aqueles que pouco se dedicam à função que desempenham e se limitam a fazer o minímo possível, garantida que está a qualidade do seu serviço. Por outras palavras, e antevendo a não subida do salário minímo nacional para os almejados 500 euros, aqueles que supostamente irão usufruir das alterações às regras laborais em vigor no nosso país, são os que menos se esforçam por desempenharem cabalmente as sua funções para que foram contratados, até porque têm que trabalhar de acordo com aquilo que lhes é pago, ou seja, uma miséria que deveria envergonhar qualquer entidade patronal. 

7 de novembro de 2010

Por quem as dúvidas dobram

Permito-me não concordar totalmente com esta abordagem do Pedro. Não que Passos Coelho não tenha razão, porque a tem, mas porque o filme é um remake estafado de outros enredos passados e que, de modo agora visto que desgraçado, deram no que estão a dar.
Lembro-me bem que, depois do (agora relativo caos) de Santana Lopes, Sócrates surgir como uma espécie de "homem coragem e os seus filhos", capaz de, uma vez por todas, endireitar a nação.
A quem mo dizia com entusiasmo indisfarçável, disse que o balanço seria feito no fim e que Sócrates poderia não ser o que se pensava que era. Os produtos televisivos - Sócrates era-o, como ainda é -  são para ser tomados com toda a moderação e até desconfiança...
O tempo, esse implacável operador da verdade, está agora a revelar o que vale Sócrates!
Dizer "coisas" na oposição é uma coisa, fazer "coisas" no poder é outra. Há muitos poderes e por vezes nenhum poder!
Passos Coelho poderá estar a ir, relativamente, pelo mesmo caminho...
O tempo o dirá.

3 de novembro de 2009

Esticar a corda

Aguiar Branco diz-se indisponível para viabilizar o próximo orçamento de estado. Marcelo diz que o governo fez aquilo que Cavaco também fez e nada mais poderia fazer para além do que devia.
Sabe-se que o governo de Sócrates não vai ceder às exigências da oposição e mantém o programa de governo sufragado pelos portugueses.
Esperam-se reacções acaloradas por parte da oposição que não vê no governo a vontade de mudar as políticas que considera essenciais para o desenvolvimento do seu programa.
È o velho esticar de corda para ir de novo a eleições e quem sabe se esta não será a melhor altura perante um PSD decapitado.

30 de setembro de 2009

Nunca se sabe


Com um bocadinho de sorte, o Presidente da República ainda vai faltar à tomada de posse do Governo.

24 de setembro de 2009

Caminhos da compaixão



Magnificamente aproveitado o discurso de José Junqueiro sobre o regresso do passado com Ferreira Leite, eis que o PSD vem agora classificar, pela boca do seu mais destacado blogger, o PS de "esquizofrénico".
Também eu considero haver algum exagero nessa antevisão catastrófica, feita sobre um possível governo PSD. Porém, que as palavras utilizadas por Ferreira Leite se enquadram integralmente no espírito e na letra do texto escrito por Salazar em 1928, à isso enquadram, não deixando dúvidas sobre as preferências "políticas" da líder do PSD. Obviamente que, depois do rombo que a demissão do assessor de imprensa de Cavaco Silva provocou na campanha populista e difamatória do PSD, era necessário pegar em alguma coisa para capitalizar votos e reorganizar as hostes. Para tal, adoptam a já gasta estratégia de se fazerem de coitadinhos, recorrendo ao sentimento de compaixão do povo português, aquele que somente é lembrado quando chega a hora de pagar as despesas causadas pela boa vida parlamentar.

3 de setembro de 2009

Possível (mente)


A ser uma tentativa de calar uma voz incómoda, em vésperas de eleições, não deixa de ser preocupante para a vida em democracia. Contudo, no campo das hipóteses, não é de todo impossível alguém criar uma situação de embaraço ao primeiro ministro, sabendo de antemão que tal o prejudicará.
Porém, na altura de decidir sobre quem nos há-de governar, possivelmente os mais sábios serão aqueles que não se deixam iludir por noticiários sensacionalistas e sentem no dia a dia o resultado das reformas introduzidas na sociedade pelo actual governo.

23 de agosto de 2009

Sócrates no país das maravilhas


A inocência com se escolhem as pessoas para apresentar uma política com dignidade, não pode sobrepor-se à necessidade de bom senso que o momento em que vivemos exige.
A apresentação da mandatária para a Juventude não podia ter corrido da melhor forma a Sócrates.
A jovem escolhida é bonita, apresenta-se bem e o melhor que ela tem é a face morena, mas, por tudo o que é sagrado, não a deixem abrir a boca.