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7 de setembro de 2015

Honra lhe seja feita


Para quem pensava que a sua intransigência apenas se aplicava ao rigor das contas públicas, a mais recente posição de Merkel, veio provar que, afinal, a srª. insensível tem bom coração e no que se refere aos direitos humanos, é a primeira a não permitir que no seu país os movimentos xenófobos tenham margem de manobra, tomando a dianteira no acolhimento dos milhares de refugiados que todos os dias cruzam as fronteiras da Europa com direcção à Alemanha.

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28 de agosto de 2015

Para grandes males...


Se aqueles que têm o poder, e muitas vezes o dever, de interferir nos destinos dos povos, não tomarem a decisão de, tal como defende Carlos Coelho, ir à raiz do problema, a questão dos migrantes, ou refugiados, nunca ficará resolvida e vamos continuar a recebê-los, não de braços, mas de covas abertas.

3 de agosto de 2012

Por uma questão de dignidade


Cansado de alertar para a necessidade de uma tomada de posição forte por parte da comunidade internacional no conflito que se arrasta há meses na Síria, e perante os sucessivos bloqueios da China e da Rússia, Kofi Annan bateu com a porta e deixou o Conselho de Segurança a falar sózinho.

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18 de agosto de 2011

Dos 2000 não passarás*


Por uma vida, ou duas, ou dez, ou cem, ou mil, não te chatearemos, mas quando chegares perto das duas mil, temos que acabar com a carnificina, pois não podemos continuar a ignorar os apelos do mundo.

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23 de abril de 2011

A ferro e fogo

Incitados, ou não, por quem vê no regime de Damasco um exemplo de ingerência estrangeira nos destinos da Síria (e no Médio Oriente), milhares de populares reclamam a demissão de um monarca que, à semelhança de outros, tenta a todo custo, manter-se no poder. Como resultado desse descontentamento, muitos vão até ao limite, dando a própria vida em prol daquilo a que chamam de mudança, sem muitas vezes saberem sequer o que é viver em democracia. 
De todo o modo, e partindo daquele máximo princípio que norteia a democracia, ao monarca em questão, não ficaria nada mal que ouvisse a voz do povo e declinasse em benefício da alternância de poder. Resta saber se posição a ser tomada por Bashar al-Assad, está somente de si dependente ou se não haverá quem, de um outro lado, faz figas para que tudo acabe sem grandes alterações. Enquanto isso, morrem pessoas, muitas delas inocentes, que não vão poder, nunca mais, ver o desfecho desta aventura que, para já e até ao momento, se tem saldado em centenas de vítimas dos violentos confrontos, entre os que teimam em estar do lado de quem ainda lhes pode pagar e os outros, aqueles que, perante tanta insanidade, ainda conseguem reclamar por melhores dias.

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