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27 de fevereiro de 2016

Oposição pacificada



Quem quer que tenha sido o responsável pela morte de Nemtsov, o certo é que arranjou um excelente local de peregrinação.

1 de outubro de 2015

Erros calculados


Claro que a Rússia apenas pretendia luz verde para começar a bombardear os inimigos de Bashar al-Assad, com o pretexto de que os visados eram os combatentes do Estado Islâmico. Se a comunidade internacional vai reagir a esse "erro de cálculo" não sei, mas que não vai ser capaz de travar o ímpeto belicista de um dos maiores aliados do ditador sírio, disso tenho a certeza.

29 de abril de 2014

Deixa-os poisar!


Eu só acho que o conflito na Crimeia, vai trazer muito mais vantagens à Rússia do que ao Ocidente. Sim, porque para além do Ocidente, também há o Oriente, muito mais amigo da Federação do que tudo o resto, com quem a Rússia pode privilegiar relações comerciais, bastando para isso, tão só, mudar o curso da tubagem que alimenta de gás a Europa. Portanto, quando Putin não «vê razão» para contra-atacar as sanções ocidentais, em reação às sanções impostas pela comunidade internacional, é porque tem a certeza de que a Rússia é quem menos necessita desta dependência energética e, se calhar, económica.

2 de dezembro de 2013

Regresso ao passado


Enquanto que uns lutam por manterem a responsabilidade de decidirem sobre o seu destino, outros, adormecidos, abdicam desse propósito, tornando-se presa fácil aos olhos daqueles que unicamente os vêem como um lucrativo investimento.

25 de março de 2013

11 de junho de 2012

Ele há coisas....


O homem que chorou no seu discurso de vitória, é o mesmo que deu ordem aos polícias para que invadissem as casas dos seus opositores e os detivessem para interrogatório.

8 de maio de 2012

O Regresso do "Rei"


"Ninguém tem dúvida que Putin era quem mandava, manda e continuará a mandar no país e Dmitri Medvedev aceitou desempenhar o papel ingrato de cobertura. Todas as iniciativas avançadas por ele ficaram por realizar. No campo interno, não realizou o programa prometido de modernização económica do país. O país continua a ser totalmente dependente dos preços do gás e petróleo nos mercados internacionais."

2 de dezembro de 2010

Acabou o sonho


A organização do Mundial de Futebol de 2018 vai estar a cargo da Rússia. Será que a FIFA ouviu o professor Cantiga Estevas a classificar de ofensiva para o povo português, a candidatura ibérica à competição ou será que se deixou intimidar com as declarações do chefe da diplomacia russa, a poucas horas de se saber quem iria organizar tal evento.

18 de novembro de 2010

Um mal necessário



Se para uns a OTAN não deveria existir, para outros a sua existência é fundamental, quanto mais não seja para garantir a paz, esse precário arranjo, fruto da prudência ou do expediente. Sou da opinião que, nos dias de hoje, não se justificará tanto como se justificou na altura da Guerra Fria, em que o mundo se dividia em dois blocos, onde uns consideravam inimigos os habitantes de Leste, protegidos pelo Pacto de Varsóvia, os quais, por sua vez, tinha como arqui-rivais, os habitantes do ocidente, protegidos pela Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Derrubado o Muro de Berlim e desagregada a U.R.S.S., a existência do grupo militar do ocidente poucos motivos teria para continuar a existir, não fossem os conflitos ainda em aberto no continente europeu, uns latentes, outros nem por isso, mas cuja possibilidade de se transformarem em sérias ameaças justificam, no entender dos Estados que compõem aquela organização militar, uma presença naqueles territórios, apesar da forte e crescente contestação com que cada vez mais se têm que deparar.
Por estes dias, decorre em Lisboa, mais um cimeira da Nato onde vão participar todos os 28 países que dela fazem parte e onde se irá discutir, entre outras questões, a inevitável aproximação para com a Rússia e, do mal o menos, o fim do comando que tem em Portugal.
Os responsáveis pela organização, matem a convicção de que a sua existência, não só é útil, como cada vez mais se justifica, quanto mais não seja para manter a eficácia de todo um manancial bélico disperso pelos países que fazem parte da Aliança e dos operacionais que de outro modo não existiriam, atento o fim da obrigatoriedade do serviço militar e tendo em conta que, as forças militares, continuam, ainda assim, a ser uma alternativa de emprego para muito jovens que, de outro modo, teriam muita dificuldade em o arranjar.

20 de abril de 2010

Descobrir as diferenças


Hugo Chavez não está apetrechar o país com mais e mais armamento, mas sim a preparar-se militarmente para, caso seja necessário, defender milimetricamente o seu país de eventuais tentativas de invasão. Se isto não é estar a adquirir material bélico em quantidades suficientes para preocupar os seus vizinhos, então não sei o que é que poderei chamar à actuação daquele ditador sul-americano.

27 de outubro de 2009

Indiferenças

Estava há vista de todos aqueles que não decidem e também era convicção de alguns que têm o poder de decidir, que retirar à família de acolhimento uma criança que com ela viveu até aos 6 anos de idade, sem ter conhecido outra família para além daquela e, de supetão, ser obrigada a adaptar-se aos novos hábitos de uma mãe cheia de vícios e de uma aldeia cheia de nada, nunca poderia dar bom resultado.
Para provar que a orientação do responsável por aquela tomada de decisão, não teve em conta a salvaguarda dos superiores interesses da criança, basta lermos aquilo que pensam as autoridades da localidade onde vive a pequena Alexandra e imaginar a situação em que neste momento ela se encontra, perante o desinteresse da sua progenitora e os insistentes apelos daqueles que sempre a trataram com o amor que qualquer criança merece.

6 de maio de 2009

Da Rússia com amor

Por mais que se tente que a Rússia reconheça a existência de uma aliança militar, mesmo junto às fronteiras do seu território, não se vislumbram tempos de acalmia na relação entre Moscovo e a Nato. O mais recente episódio, que resultou na expulsão dos representantes da Aliança Atlântica acreditados em Moscovo, só vem provar que as relações entre os dois beligerantes, ainda não se afiguram pacíficas nem se prevê que o venham a ser nos próximos tempos, tendo em conta que nem um nem outro desistem das suas pretensões expansionistas.
A julgar pelas mais recentes ocorrências na Geórgia, em que militares daquele país se amotinaram com o objectivo de destituir o chefe de estado, não se prevê uma relação pacífica entre os dois blocos o que, obviamente, se vai reflectir no quotidiano de todos os europeus com um eventual regresso do gelo.