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12 de outubro de 2015

Cristalizar

António Costa está a dar à esquerda a oportunidade de se unir e concentrar verdadeiramente naquilo que melhor sabe (e pode) fazer. A defesa do Estado Social é a pedra de toque deste novo entendimento, através do qual, sem romper com os compromissos assumidos, é possível encontrar uma base comum, onde o esforço de todos se conjugue no sentido de distribuir, mais equitativa e inteligentemente, a riqueza gerada e desperdiçada.
Acho que (finalmente), o PS encontrou o seu caminho e se afirmou como elemento imprescindível na construção de uma sociedade mais justa, mais equilibrada e mais solidária.

6 de outubro de 2015

1 de novembro de 2013

Agora já será tarde....para o país

Estava-se mesmo a ver que, na reta final, o PSD ia fazer choradinho ao PS o qual, amuado como está, vai declinar a proposta, contando com o chumbo, quase certo, do Constitucional e com a sua posterior ascensão ao poder.

14 de julho de 2013

Salvadores da Nação


Como é que será possível salvar uma nação quando os que foram chamados a fazê-lo, são os mesmos que a colocaram no mísero estado em que se encontra?

25 de janeiro de 2013

Seguro inseguro

Perante a hipótese de um congresso extraordinário, Seguro convoca as hostes para reunião urgente talvez por estar a ver escapar-se, por entre os dedos, a possibilidade de vir a ser o próximo candidato pelo PS a primeiro-ministro.

15 de março de 2011

À espreita


Mal surgiu a oportunidade, logo aparece uma óptima solução para diminuir a máquina do Estado a qual, apesar de não resolver nada, tem o mérito de, pelo menos ser exequível. 
Claro que não é inocente este avanço que o CDS pretende dar em relação ao PSD, antes será um convite dissimulado ao maior partido da oposição que, como se vê, ainda não está preparado para governar, quanto mais sózinho.
É uma solução ousada, e até oportuna, mas só possível de ser lançada por um partido que apenas será poder a reboque do PSD.
Se é exequível ou não, só depende da vontade dos próximos inquilinos de São Bento, mas estou em crer que é possível de concretizar, bastando para isso que, numa primeira fase, sejam dispensados os muitos "penduras" que pululam pelos vários organismos do Estado, à espera do momento certo para levantarem a bandeira em nome, ou defesa, de um partido que os lá mantém.
Mas pronto, apesar de ter tudo para resultar e, principalmente, de ser estranhamente funcional, talvez alguns dos políticos de carreira nela encontrem o princípio daquilo que poderá vir a ser o Estado ideal para o nosso país, e se deixem de acusações mútuas, como se fossem miúdos a brincarem com a paciência, e o dinheiro, de quem ainda vai conseguindo assistir a estes joguinhos de interesses, em que todos teimam em manter as posições “clubísticas”, que só têm levado este país à miséria.

[foto]

25 de novembro de 2010

Onde é que eu já vi este filme?


Como seria de esperar, o eleitorado português, que flutua entre o PS e o PSD vai dar o voto ao maior partido da oposição, permitindo que ele governe com tranquilidade para, de uma vez por todas, colocar Portugal na rota do desenvolvimento. É certo que é necessário mudar, mas mudar é isso mesmo, é tirar de lá aqueles que não souberam conduzir com seriedade os destinos do país e impedir que para lá voltem, aqueles que também contribuíram para agravar o estado a que as coisas chegaram, essa sim,seria uma verdadeira mudança. Agora, quererem penalizar a política seguida pelo PS de Sócrates, votando no PSD de Passos Coelho, é a mesma coisa que votar nas políticas que nos governaram desde o 25 de Abril de 1974 e que colocaram Portugal no estado em que se encontra, independentemente de poderem achar que o líder do PSD é um rapaz novo, cheio de energia e sensatez, capaz de colocar definitivamente o nosso país nos eixos. Esquecem-se, porém, que Sócrates também era isso tudo e muito mais, só que os tentáculos do partido que o apoiou, os barões e os que, sedentos de poder, é que não permitiram que ele continuasse a ser o salvador que todos desejaram, e idealizaram que ele fosse. Portanto, não esperem que as coisas sejam diferentes se o PSD ganhar com maioria absoluta, tão simplesmente porque os eleitos que para lá forem, já por lá passaram e vão continuar a garantir que os que lá estiveram para lá voltem, tal como eles.

12 de novembro de 2010

Mais óbvio é impossível


Se as eleições fossem hoje, o PSD ganharia ao PS, como um diferença de 5 pontos percentuais, segundo uma sondagem feita para o Expresso. É uma diferença esperada, tendo em conta o desempenho político do partido do Governo e, partindo do princípio que o eleitorado flutuante se situa ao centro de espectro político e, por isso mesmo, ora dá a vitória a um ora dá a vitória a outro. No fundo, é um baralhar para dar de novo, tendo em conta que o poder, desde o 25 de Abril de 1974, é sempre exercido pelos mesmos.
O que eu preferia que as sondagens mostrassem, era que a abstenção, finalmente, baixava para os 2 por cento do eleitorado e que os partidos do centro sairiam bastante penalizados por, durante cerca de 30 anos, se terem escusado a fazer de Portugal um país onde fosse agradável viver e onde governantes e governados, se esforçassem por serem responsáveis pelo seu desenvolvimento, sendo que aos primeiros caberia exercer o poder democraticamente alcançado, em benefício de todos portugueses.
Enquanto os que se abstêm, considerarem que, pelo facto de não votarem, estão a mostrar um cartão vermelho aos políticos, estão redondamente enganados, porque assim, só permitem que os tais que dizem querer penalizar, são aqueles que nunca de lá saíram, lá permaneçam. E porquê? Porque são os únicos com capacidade para manter um eleitorado fiel, mesmo sabendo que para que isso aconteça, se torna necessário, deixarem-se corromper, abusarem do poder e, na altura certa, darem aos boys os jobs, para que, pelo menos, nas famílias a que pertencem, terem o voto garantido. Perante isto, só me resta dizer que a abstenção, essa sim, é a melhor oposição, e melhor ainda seria se não existisse, pois permitiria que houvesse uma verdadeira mudança de política, e de políticos, em Portugal.

3 de novembro de 2010

Deplorável

 
Foi aquilo que vi ontem no parlamento. Depois de acordarem com o governo a aprovação do orçamento, os deputados do maior partido da oposição, quase que se comiam uns aos outros, lançando todo o tipo de ignomínias sobre o primeiro-ministro e o ministro da justiça. É certo que o comportamento do governo em funções não tem sido um exemplo de transparência e seriedade, mas convenhamos que os parlamentares do PSD não estiveram à altura da responsabilidade que deram ao governo para continuar a exercer funções quando, horas antes, assinaram um acordo de princípio para viabilizar um orçamento que não era o deles.
Se por acaso tiveram que engolir algum sapo, pressionados pela necessidade de estabilidade, então não percebo porque é que depois, em sede parlamentar, criticaram as opções do governo e quase que deram o dito por não dito relativamente à tão almejada aprovação. Se as diatribes entre oposição  e governo, protagonizadas pelos barões do PSD, se tornam frequentes nas reuniões parlamentares, então qualquer dia, só falta por-lhes uma corrente para que não saiam do lugar, tal é a fome de poder que têm.

30 de outubro de 2010

O mexilhão


Só de luvas pagou 1 milhão, tirando os robalos e outras coisas que ninguém imagina, ou se imagina prefere não dizer. Fez favores a muitos boys do PS e porventura colocou-se a jeito para encobrir muitas aldrabices, fossem elas relacionadas com a Refer a REN ou outra empresa pública qualquer. Foram tempos de fartura e de falsas amizades, mal imaginando que, se a coisa desse para o torto, como deu, ele seria o mais afectado de todos porque não existia ninguém que se colocasse ao lado dele quando o escândalo rebentasse. Agora, que todos procuram um culpado, eis que surge um que, com o perfil ideal, vai servir de bode expiatório e pagar por todos eles. É o que acontece a quem se mete com os tubarões do PS.

27 de outubro de 2010

Lá terá que ser...

O não entendimento na aprovação do orçamento do estado para 2011, vai penalizar o Povo Português, nele não se incluindo, obviamente, aqueles que contribuíram para o caos em que se encontram as contas públicas. Esses, nunca irão sofrer as consequências que as suas erráticas políticas provocaram na economia  e irão sair de cena, até que outros os substituam para as continuar e assim sucessivamente, até ao anúncio de uma nova crise.

24 de setembro de 2010

Mais do mesmo


Oportunidades como a que o P.S.D. (de Passos Coelho) está a dar ao executivo de Sócrates, não se encontram todos os dias.
"Ou se aprova o orçamento do governo, ou então não há governo" brandem os socialistas do alto da sua tribuna, na expectativa de que o P.S.D. o não aprove. Se isso acontecer, vai o país de novo para eleições, com a troca habitual de lugares entre quem governa e quem lidera a oposição, e seremos governados por duodécimos, sem orçamento portanto. Quanto ao resto, será sempre o mesmo regabofe, com os nossos políticos a dançarem ao som da música do costume, com acusações mútuas e públicas e com gargalhadas sonoras e privadas, a gozarem dos pacóvios que sempre seremos, por lhes darmos o aval de que necessitam para continuarem a governar-se.

31 de maio de 2010

Imposição Alegre



Não se viu na cara de Sócrates, aquando da declaração de apoio a Manuel Alegre, o mesmo entusiasmo que manifestou relativamente a Mário Soares ou a Vital Moreira.
A julgar pelas anteriores opções, José Sócrates não é um político motivado pelos resultados, antes preferindo apoiar aqueles que mais complacentes são com a sua forma de governar,
Desta vez não foi assim. Apesar de todos sabermos que Manuel Alegre nunca poderia ser escolha de Sócrates, também sabemos que só o foi porque a sua situação política já não lhe permite impor ao partido o seu candidato, fosse ele quem fosse, o que só reforça a ideia de que, no Largo do Rato, sobe de tom a contestação ao líder.
Mas mesmo que assim não fosse, e José Sócrates ainda mantivesse aquela aura de impoluto governante, para o PS e para os seus militantes, seria uma ingratidão muito grande não estar apoiar alguém que, apesar das críticas, sempre defendeu a liberdade e sempre esteve ao lado de grande parte daqueles, que sofrem e sofreram com a falta dela.

27 de março de 2010

Suavemente

Com a vitória mais do que expressiva de Pedro Passos Coelho, poderá estar criada a verdadeira dor de cabeça do Partido Socialista. Os 61% obtidos pelo novo líder do PSD, significam, antes de mais, que o partido laranja está a ficar preparado para ser uma verdadeira alternativa de governo. Passos Coelho frisou não ser sua intenção andar com José Sócrates ao colo, mas que se prepare o PS para uma oposição responsável, o que por outras palavras poderá querer dizer, um oposição cujo principal objectivo é arredar o PS da governação, com vista a restituir aos portugueses um país onde seja agradável viver. Por tudo isso, a reboque da agenda politica não andará, antes será ele próprio a marcá-la, sem a anuência de Cavaco que vê, a partir de agora, e como bem disse Daniel Oliveira, fugir-lhe o controle que exercia sobre o PSD.

25 de março de 2010

A culpa central




Apressadamente o P.S.D. prepara-se para o poder. Contam-se espingardas para tomar de assalto o parlamento, através de eleições leia-se.
Tão arredados que estiveram no poder, dão a última esperança ao governo moribundo de Sócrates, aprovando-lhe o P.E.C., para depois clamarem por justiça, só justificável pelo simples facto de permitirem que a sua oposição mais semelhante continue a sua passagem errática pelos corredores do parlamento. Curiosamente pedem aquilo que até aqui abominavam nas mãos dos outros. A maioria absoluta, para governar, durante quatro anos, em perfeita estabilidade, pois só assim conseguirão tirar Portugal do "charco" em que se encontra. A história repete-se, mais uma vez, e mais uma vez Portugal vai-se manter ao centro, com uma aliança aqui outra ali, mas sempre no virtuoso centro em que permanentemente insiste em se manter. A culpa? A culpa é dos que lá estiveram!

Cumplicidades


O economista Silva Lopes disse que o PEC será a melhor solução que o governo encontrou para ultrapassar a crise, enaltecendo o facto de a redução da despesa ser conseguida através da redução dos benefícios fiscais e não através do aumento dos impostos. Além disso, também disse que o estado em que se encontram as contas públicas, se deve à actuação dos sucessivos governos que, desde o 25 de Abril, nunca conseguiram equilibrar as contas públicas. Assim sendo, duvido que o PSD, mesmo tendo consciência de que não é bom para o país,  chumbe o diploma, tão somente porque também ele se sente responsável pelo descalabro a chegaram as contas do Estado.

16 de fevereiro de 2010

Coelho de corrida

Com as sua declarações, Passos Coelho começou uma guerra de palavras com Alberto João. Ao dizer que dizer que não tem obrigação se ser sempre solidário com Jardim, está a piscar o olho aos descontentes da Madeira e do Continente, ou seja, está a capitalizar apoiantes. Muito sinceramente, a minha simpatia por Passos Coelho até aumentou quando li que o proto-candidato à liderança do PSD se demarcou do sorvedouro madeirense. Não é que eu ache que ser madeirense é uma grande vantagem. Muitas terá para quem lá vive e para quem lá vai, mas as assimetrias que existiam há vinte ou trinta anos, em nada se comparam às que vivemos atualmente. Se existem motivos para continuarmos a contribuir, então devemos ser solidários, mas se o montante das transferências de dinheiro para o arquipélago da Madeira está acima das reais necessidades dos madeirenses, então santa paciência, todos temos que contribuir para os esforço nacional e, nesse caso, todos devem ver diminuídas as verbas que anualmente lhes são atribuídas. Voltando a Passos Coelho, penso que é uma pessoa que até o PS gostava de ter como alternativa a Sócrates. Não porque seja de esquerda ou se encaixe nas necessidades preeminentes do partido de governo. A questão é que o homem, tal como José Sócrates, tem todas as condições para captar eleitorado do centro-esquerda e isso significa muito tanto para o PS como para o PSD, sobretudo para um país que necessita urgentemente de uma alternativa política e não se revê nas caras gastas e conhecidas dos outros candidatos à liderança do partido de São Caetano.

14 de fevereiro de 2010

Em Contra Relógio


Depois de conseguirem desacreditar a pessoa e o político, eis que a oposição está a um passo de concretizar o seu plano de governo para o país.
António Costa e Capoulas dos Santos foram unânimes em considerar que a solução para ultrapassar a crise, passa forçosamente pela apresentação de uma moção de censura ao governo. Só que, para além de outras, existem questões a resolver no PSD. A falta de liderança alternativa vai gerar um clima de tensão dentro das estruturas do maior partido da oposição.
Se por um lado clama por mudança, por outro não tem alternativa à governação. Se decidir ir a eleições, tem que esperar primeiro pela eleição daquele que será o próximo primeiro-ministro de Portugal. Como a crise não pode esperar e não se vislumbra, por parte de Cavaco Silva, qualquer intenção de intervir na governação do país, antes achando que é necessário ter confiança no governo, sou capaz de apostar que os benefícios dessa campanha, negra diga-se, contra José Sócrates, lhe trarão mais vantagens do que desvantagens, independentemente de continuar a ser ou não candidato ao que quer que seja. Assim, sem conseguir acompanhar a velocidade a que a sucessão de acontecimentos ocorre, o PSD poderá muito bem vir a perder mais do que estava à espera de vir a ganhar, pois corre o risco de não conseguir ter e ser uma alternativa viável de governo.
Com tudo isto, os portugueses permanecem em crise e aguardam a decisão dos senadores, quão preocupados que estão em resolver os problemas de governação do país, somente gerados porque quem governa são outros e não eles.

30 de julho de 2009

Contra-ataque

Com apresentação do seu programa político, o P.S. colocou, de forma inteligente, nas mãos dos portugueses a responsabilidade de decidirem sobre se pretendem, ou não, a construção da 3ª travessia sobre o Tejo, do TGV ou do aeroporto de Alcochete.
Agora, esperemos pelo programa eleitoral do P.S.D., para vermos quais as prioridades que propõem para o país e se nelas estarão algumas obras que, segundo alguns, são de capital importância para o desenvolvimento de Portugal.