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6 de junho de 2013

12 de março de 2013

Por conta própria


As notícias que dão conta das agressões a portugueses na Alemanha, têm tanto de chocantes como de previsíveis, já que a quantidade de desempregados, sobretudo os de fraca condição, que busca melhores condições no estrangeiro aumentou desmesuradamente. E não é de admirar, pois, sem solução à vista e empurrados por governantes que tudo lhes dão e tudo lhes tiram, vêem-se obrigados a procurarem sustento noutras paragens, obviamente mais adversas e desconhecidas, onde são encarados como estrangeiros que vão tirar emprego aos que já lá estão. Daí até começarem a ser violentados e escravizados por "patrões" sem escrúpulos e sem controlo, vai um pequeno passo.

24 de março de 2010

Está (aparentemente) explicado

Afinal, os motivos do desvario em que no encontramos tem uma explicação. Nada que tenha a ver com bruxas, mau-olhado ou outra obra do demo. A nossa má sorte tem, tão só, a ver  com o facto de sermos o povo europeu com mais propensão para as doenças mentais. A boa notícia é que tal disfunção afecta transversalmente toda a sociedade portuguesa, dela não escapando sequer os políticos a quem os nossos destinos estão entregues, facto que só por si tranquiliza o mais modesto cidadão, ansioso que está por se tornar igual, ou pelo menos muito parecido, com os seus gorvernantes. Não admira portanto que as opções por eles tomadas sejam sempre contrárias às reais necessidades do país e dos seus habitantes, ou por outras palavras, desfasadas da realidade em que nos encontramos.