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17 de janeiro de 2013

Constituição Participativa: O novo poder dos cidadãos

Qualquer governante deseja governar em maioria absoluta, não para ter um poder absoluto, mas sim para poder levar o seu programa até ao fim, sem ter que esperar por consensos ou por discussões inócuas que só gastam tempo e dinheiro ao Estado. No caso de António José Seguro, não creio que tenha sido oportuna a sua ambição declarada de governar em maioria, tão só porque, por um lado, o momento é de crise e não nos podemos dar ao luxo de irmos a eleições de novo e, por outro, não é de maiorias absolutas que necessitamos, mas sim de alguém que efetivamente preserve o bem-estar do Povo, sem estar "amarrado" às orientações de organizações políticas, cujo único objetivo é eternizarem-se no poder, utilizando em seu benefício a capacidade legislativa que a Constituição da República lhes confere, para "fazerem" leis em função dos seus interesses e necessidades.
Para (tentar) evitar tudo isso a Islândia, o Brasil e mais recentemente a Espanha, avançaram com iniciativas que visam uma participação mais ativa da sociedade civil no dia-a-dia dos parlamentares, através da criação de plataformas de discussão online, com o objetivo condicionar a atuação dos políticos, sobretudo quando dela resultam imposições ditas inevitáveis e que mais não são do que o produto da gestão irresponsável, que os políticos de pacotilha, fazem do património que lhes é e lhes foi entregue.

29 de junho de 2011

Políticos de merda


É muito triste quando um povo se apercebe que o seu governo o enganou e se prepara para vender grande parte daquilo que lhe resta, só para poder continuar a respeitar os compromissos assumidos perante a comunidade internacional. Mas também não deixa de ser muito triste que esse mesmo povo consiga viver durante vários anos acima das suas possibilidades, pensando que as dificuldades jamais lhe baterão à porta e que os sacrifícios são coisas para aqueles que ainda assim, se vão esforçando para se manterem à tona da crise, nunca sabendo muito bem se esse esforço alguma vez resultará.

24 de maio de 2011

A importância das coisas

daqui


daqui

Enquanto uns conseguem evitar ouvir o insuportável ruído provocado pelos cada vez mais insuportáveis políticos do nosso país, de cada vez que sobem a um palco para esclarecerem os que ainda se dispõem da ouvi-los, outros há, que só lhes resta encararem o futuro com alguma esperança, perante a catástrofe que se abateu sobre as suas vidas, na expectativa de não terem que voltar a passar por momentos de puro terror.

29 de janeiro de 2011

Políticos de segunda(s) intenções



Esta coisa de abandonar o cargo a meio do mandato está a tornar-se moda.
Primeiro foi Carlos Encarnação,  agora António Capucho e já se fala em Fernando Seabra e Luís Filipe Meneses. Os dois primeiros que optaram por abandonar a política alegaram motivos pessoais e de saúde, mas não deixa de ser estranho que esta posição seja assumida pelos autarcas do PSD que se encontram impossibiltados de se recandidatarem, ao abrigo da lei de limitação de mandatos. Assim as tomadas de posição daqueles autarcas apresentam-se mais fáceis de entender, pois finalmente libertam-os daquele compromisso que assumiram perante o partido que representam e permitem a ascensão de um vice-presidente em quem poucos votariam, mas que, se não se perder, terá todas as condições para se tornar um ótimo candidato no final dos 4 anos.

8 de fevereiro de 2010

Mudam-se os porcos...


No lugar de Sócrates já me tinha posto a andar. Essa decisão não evitaria que o homem fosse julgado pelos crimes que hipoteticamente terá cometido mas, pelo menos, não se dirigiam a ele como o primeiro-ministro de Portugal. Além disso, a saúde política do nosso país não ficaria mais prejudicada, pelo menos por uns tempos, até o povo entender (se é que já não percebeu) que os políticos que nos representam, e que nós obedientemente aceitamos, são fruto do fulgor das máquinas partidárias, cujo principal interesse é manter as mordomias que a todo o custo fazem questão de manter em vigor, sem se preocuparem muito com o estado calamitoso em que vão deixando o país, nas cíclicas idas e vindas a que, desde a Revolução dos Cravos, nos habituaram e que nunca resolveram algum problema estrutural do país, sempre mergulhado numa interminável crise, justificativa do constante aumento da carga fiscal sobre os portugueses, como forma de diminuir o que não pode ser diminuído.