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29 de maio de 2012

Gerações perdidas


A Unicef "diz" que mais de 27% das nossas crianças vivem em situação de carência económica, colocando Portugal no honroso 25º lugar de uma lista de 29 países europeus, ao lado da Letónia, Hungria, Bulgária e Roménia. 
Esta posição não me espanta, sobretudo num país onde as crianças que estão à guarda do Estado e da Igreja, são as que mais sofrem todo o tipo de sevícias. Tome-se como exemplo mais recente, o das 500 crianças da Casa Pia que serviram de cobaias durante 10 anos, em testes médicos financiados pelos Estados Unidos.
Para além do que poderia escrever acerca das insultuosas fortunas ilegalmente obtidas, e cujo dinheiro poderia muito bem servir para programas com vista a melhorar substancialmente a qualidade de vida dos petizes e não esquecendo as graves condições económicas que as "obrigam" a abandonarem a escola onde, supostamente, iriam aprender a serem adultos, lançando-as para uma vida de delinquência e abandono, apenas me fico por uma breve refexão: Que portugueses de futuro, pretendem os nossos governantes, que sejam as nossas crianças?

15 de fevereiro de 2012

Sem saída

 
Choca-me que cada vez mais mulheres, olhem para a prostituição como o único meio para, por exemplo, darem de comer aos seus próprios filhos ou cumprirem com algumas das obrigações a que se vincularam, enquanto ainda podiam contar com um rendimento ganho condignamente, na perspetiva do patrão, por mais parco que fosse.
Será que essa opção é um sinal de que, finalmente estamos, como país, a evoluir economicamente, ou será que tal atividade é condição para nos tornarmos mais competitivos, já que a quantidade de mulheres que se entregam a essa "tábua de salvação", são oriundas de empresas que, devido à seletividade da crise, foram obrigadas a encerrar portas?
I

10 de dezembro de 2010

Pobreza disfarçada


Hoje é lançada uma nova rede alimentar. Com o apoio de Cavaco Silva e da  AHRESP, visa a satisfazer a nova classe social, emergente da crise que se faz sentir por todo lado, e que dá  pelo nome de "pobres envergonhados". Basicamente, são pessoas que têm fome, mas que não têm coragem para "mendigarem" um prato de comida junto dos restaurantes e que, a partir de hoje, vão receber senhas que lhes vão permitir poderem beneficiar desse "serviço" sem demonstrarem que dele necessitam.