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21 de abril de 2010

Há sempre um Plano B


Com o novo líder do PSD, as coisas parecem ser bem mais fáceis de gerir, tanto para o ainda primeiro-ministro, como para o próprio presidente da república. As propostas para uma governação mais assertiva e coerente têm sido (bem) aceites pelo partido que governa, apesar de não ser essa a imagem que pretendem ver passada para a opinião pública. Passos Coelho aparece assim como a consciência de Sócrates, fazendo-o reflectir e inflectir, perante a sobriedade das propostas por si apresentadas quanto às medidas a adoptar para relançar a economia portuguesa, sem prejudicar em demasia os contribuintes. Quanto à magistratura de influência exercida por Cavaco Silva, na tentativa de serenar os ânimos constantemente exaltados dos parlamentares e que inexoravelmente aumentam o sentimento de desconfiança da sociedade, convém salientar que, apesar de ser sempre bem-vinda, é representativa da capacidade que o mesmo para gerir as prioridades com que devem ser encaradas as políticas em tempos de crise o que, provavelmente para um poeta não seria tarefa fácil

25 de março de 2010

A culpa central




Apressadamente o P.S.D. prepara-se para o poder. Contam-se espingardas para tomar de assalto o parlamento, através de eleições leia-se.
Tão arredados que estiveram no poder, dão a última esperança ao governo moribundo de Sócrates, aprovando-lhe o P.E.C., para depois clamarem por justiça, só justificável pelo simples facto de permitirem que a sua oposição mais semelhante continue a sua passagem errática pelos corredores do parlamento. Curiosamente pedem aquilo que até aqui abominavam nas mãos dos outros. A maioria absoluta, para governar, durante quatro anos, em perfeita estabilidade, pois só assim conseguirão tirar Portugal do "charco" em que se encontra. A história repete-se, mais uma vez, e mais uma vez Portugal vai-se manter ao centro, com uma aliança aqui outra ali, mas sempre no virtuoso centro em que permanentemente insiste em se manter. A culpa? A culpa é dos que lá estiveram!