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19 de outubro de 2015

A última cartada


Depois de ter ouvido Costa falar sobre as contas escondidas, Portas veio logo à TV colocar o seu lugar à disposição, na vã tentativa de o levar a não falar mais acerca do assunto. Não porque esteja muito preocupado com o seu futuro político, mas porque as contas do país, e constantemente negadas à oposição, são mesmo um grande embuste que, mais uma vez, vamos ter que pagar....mas com  mais calma do que até aqui.

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29 de setembro de 2015

Habilidades


Quando ouço o Paulo, só me lembro do seu passado recente (já para não falar no mais antigo) e na forma habilidosa com que normalmente se consegue livrar das polémicas questões em que se encontra envolvido. Por isso, quando ouço a palavra "confiança" vinda da boca de alguém em quem não se pode confiar, imagino que estou num país onde os criminosos procuram ascender aos mais altos cargos, atrás dos quais se refugiam, só para continuarem a desenvolver a sua atividade.

20 de setembro de 2015

Ainda bem que há mulheres!


Pois se assim não fosse, ainda hoje Paulo Portas andava à voltas com a camisa para engomar, com a refeição para fazer ou com as contas para pagar e não lhe sobrava tempo para ser político, com visões muito conservadoras, para não dizer saudosistas, de um modelo de sociedade que só no nosso país é que ainda consegue funcionar, muito à custa de meninos como ele, que não se conseguem imaginar longe do poder e das mordomias que ele dá.

11 de setembro de 2015

Medo


O maior problema da Coligação é não saber governar sem a Troika, pois assim fica sem o necessário bode expiatório para continuar a justificar a imposição das pretendidas medidas de austeridade.

1 de setembro de 2015

Analogias


Por outras palavras, Rangel apenas pretendeu dizer, que Passos Coelho e Paulo Portas não são investigados porque a coligação PSD/CDS é governo.

7 de junho de 2014

Claro que sim!



Até porque, com a crise de liderança no maior partido da oposição, a vitória poderia ser uma (infeliz) realidade.

18 de dezembro de 2013

Sacudir a água do capote


Paulo Portas, autor de uma crise política que custou ao país mais de 2 mil milhões de euros, vem a agora dizer que os responsáveis por algumas das medidas, para não dizer todas, de austeridade impostas aos portugueses, são o Tribunal Constitucional e a própria Constituição.

12 de outubro de 2013

Não matem o mensageiro


Se um governo tem como única solução para "arranjar" dinheiro, o corte nas pensões daqueles que tão pouco têm para viver, então é porque os seus ministros já abdicaram de todas as regalias, possíveis e imaginárias, que um representante do Povo pode ter, só pelo simples facto de, voluntariamente, o representarem, à semelhança do que acontece nos países nórdicos, aqueles cujo grau de desenvolvimento os coloca no grupo dos países desenvolvidos e onde, por sinal, mais se gasta com os serviços sociais.

14 de maio de 2012

Sempre se poupa no material


As restrições, sobejamente conhecidas, impostas a (quase) todos os setores da sociedade, também afetam a nossa capacidade de defesa perante a intrépida investida dos monstros oceânicos, afastados que estavam das nossas águas pela temerária presença do não menos temerário submarino, aquele que o nosso ministro dos negócios estrangeiros "comprou" por 500 milhões de euros, quando andava entusiasmado a brincar à batalha naval, e que agora se encontra fundeado no Alfeite, por falta de dinheiro para o combustível.

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19 de fevereiro de 2012

Portas, o diplomata

O ayuntamento de Olivença vai realizar, em junho próximo, uma megaprodução que consiste na reconstituição da Guerra das Laranjas, facto histórico que ocorreu em 1801, e que assinala a anexação de Olivença por parte de Espanha
Num texto dirigido a Paulo Portas, seis deputados socialistas querem saber qual posição do ministro relativamente ao contínuo desrespeito, por parte da Espanha, do deliberado no final do Congresso de Viena, em que a condena a proceder à retrocessão [de Olivença] para Portugal.
Com bem sabemos, Paulo Portas é um fervoroso defensor da causa nacional logo, será de esperar que tome uma firme posição relativamente a tal desentendimento, tanto mais que ocupa a pasta dos negócios estrangeiros, e ainda por cima os seus "colegas" de partido dirigem aquele ayuntamento, o que por si só já  poderá pesar a nosso favor, ou não.

29 de setembro de 2011

Em bicos de pés!


Que bom para Portugal, para a crise portuguesa e para nós portugueses, saber que Hillary Clinton, os Estados Unidos e Paulo Portas, acreditam na capacidade de Portugal para ultrapassar a grave situação económica, social e financeira em que estamos mergulhados e para qual o nosso MNE também terá contribuído.
Fico agradado também pelo facto de Paulo Portas condenar veementemente a construção de novas zonas habitacionais na Palestina. Perante tal manifestação de protesto, Netanyahu irá concerteza rever todo processo de expansão de colonatos.

21 de julho de 2011

Paulo, onde estás?

É uma pena que nestes momentos de privação, em que o custo de vida aumenta sem contemplações ou contenção, obrigando todo um povo a privar-se de ter uma vida que lhe dê algo mais do que o discurso da crise, não tenhamos entre nós, em constante alerta perante as medidas punitivas de um governo que só quer tentar governar, um Paulo Portas como aquele que, até chegar ao poder, não se cansou de clamar por mais justiça social, por mais agricultura, por mais indústria naval, enfim, por mais do que aquilo que neste momento supostamente ignora, não fosse a sua visita a Angola estar suficientemente atarefada com a projeção de alguns sectores, mais saudosistas direi, da economia social (ou da sociedade económica) nacional.

8 de junho de 2011

Agendas


A necessidade que Portugal tem, em se fazer representar em Bruxelas, no próximo dia 23, pelo novo primeiro-ministro é tanta que, para já, a agenda estratégica do novo governo, esta a ser estabelecida pelo Presidente da República.

7 de junho de 2011

Cá se fazem


Ainda só estão a negociar a constituição do novo governo, já  vozes se levantam contra a idoneidade de Paulo Portas para o integrar. É caso para dizer que, ainda não arrefeceu o morto, já lhe estão a preparar o funeral. Mas no caso concreto do líder centrista, não creio que o apelo de Ana Gomes seja por ele acatado, até porque me dá a sensação que, neste país, pouco importa o passado do candidato. O que importa neste momento, é que ele, ou outro, consiga exercer o poder que lhe for conferido, em prol do bem-estar do Povo, com a garantia acrescida de que o "enfant terrible" do Independente não vai mandar comprar mais submarinos, nem sequer voltar a tirar fotocópias.

24 de março de 2011

Previsibilidades


Agora que o lugar de primeiro-ministro vagou, já se prevê quem vai ser o seu sucessor em tão espinhosa tarefa. Portugal vai voltar a ter eleições e os níveis de abstenção vão manter-se igualmente altos e os eleitos vão voltar a ser os mesmos. 
Se Sócrates se recandidatar, como se prevê, e o PSD não ganhar com maioria absoluta, como igualmente se prevê, então Passos Coelho vai contar com uma forte oposição, por parte do 2º partido político mais votado, que será o PS, como se prevê.
Depois, como que jogando à defesa, vai culpar os que, durante 6 anos, mais não fizerem do que, no seu entender, um ruinoso delapidar do património do país, deixando-o, mais uma vez, de tanga e num imenso lodaçal.
Só resta o CDS de Portas que, como se prevê, vai estar na primeira fila dos candidatos a alianças pós-partidárias, para assim voltar ao lugar que tão carinhosamente deixou, enquanto ministro da defesa do governo de Santana Lopes.
Os outros, aqueles que ainda não cheiraram o poder, vão capitalizar os votos de um eleitorado que, com vontade de mudar o rumo titubeante desta quase democracia, vão fazer pender a balança para o lado daqueles que mais prejudicados têm sido, pelas más políticas até aqui levadas a cabo pelos que, durante mais de 30 anos, não conheceram outro senhorio, que não fosse São Bento.

9 de abril de 2010

Elas pagam-se cá todas


Aproveitando a "onda" dos inquéritos parlamentares, em que os deputados da nação se substituem aos tribunais, eis que agora chegou a altura do partido do governo pedir meças aos responsáveis pela realização do ruinoso negócio dos submarinos.
Perante esta realidade, quer o PSD, quer o CDS/PP, poderão não ser muito prejudicados com o desenrolar da situação, mas que vão sair chamuscados, ai isso vão. Porém, como já vem sendo hábito, os verdadeiros responsáveis hão-de sair-se airosamente do imbróglio gerado pela descuidada actuação que tiveram como partes daquele negócio.

31 de março de 2010

Em lume brando


Instado sobre a mais recente revelação de corrupção no caso dos submarinos, que tanto orgulho trouxe a Paulo Portas enquanto ministro da defesa e que mais recentemente provocou a demissão do cônsul honorário de Portugal em Munique, Durão Barroso referiu não ter qualquer intervenção directa ou pessoal neste âmbito .
Obviamente que as buscas realizadas à sede da empresa alemã responsável pelas contrapartidas dos submarinos, não tinham como objectivo encontrar indícios sobre as relações directas dos intervenientes, porque essas são do conhecimento público. O objectivo era sim encontrar indícios das eventuais relações indirectas, essas sim comprometedoras do bom nome e da seriedade com que os intervenientes no processo encararam o interesse do Estado.
Esperemos então, com a necessária e habitual tolerância, que a justiça nos esclareça, tal como nos tem esclarecido até aqui.

27 de fevereiro de 2010

A voz da razão

Admito que Paulo Portas não é o meu ideal de político. Acho-o demagogo quanto baste. Porém sei , e ele também sabe, de que forma se consegue captar a simpatia de um povo, agastado que está com a crise da democracia, ou melhor, com a falta de sentido de Estado dos seus protagonistas. Obviamente que num país à beira do colapso financeiro, como aliás nunca deixou de estar por muito optimistas que sejam os nossos políticos, tem que existir alguém que se encarregue de denunciar as mordomias mantidas pelos gestores públicos, muitos deles principais causadores do descalabro em que se encontram as contas públicas. Poderão dizer que Paulo Portas faz política fácil, que é um profeta da desgraça ou até mesmo um  oportunista, mas  pelo menos ele é o único com coragem de pedir mais rigor e transparência na relação do Estado com os seus cidadãos, provando que o Estado não é pessoa de bem e só serve para salvaguardar os interesses instalados.

10 de fevereiro de 2010

Excessiva, demagógica e populista


Foi assim que Sócrates classificou a proposta de Paulo Portas para que o primeiro-ministro “a tocar no seu próprio salário” para “dar o exemplo”.
A coragem de um homem, mede-se, muitas das vezes, pela forma como toma decisões. No caso de Portas é de louvar que tenha tido a ousadia de propor tal sacrifício ao (ainda) timoneiro da nação.
Não me parece porém que, quer um quer outro, acreditem que tal medida venha resolver o problema do deficit ,daí que não tenham que estar preocupados com a sua concretização porque, nem um nem outro,  têm que se governar somente com aquilo que liquidamente auferem pelo "trabalho" que é suposto desenvolverem em benefício da nação.

1 de outubro de 2009

A mulher de César



Quando todos pensávamos que o problema da maioria parlamentar do P.S. estava resolvido com o mais que provável encosto ao C.D.S. de Portas, eis que a vida de tão ilustre beijoqueiro fica ensombrada com a polémica compra de submarinos em 2003.
Terá Paulo Portas condições para continuar a brincar aos políticos ou vai abdicar da imunidade, que lhe é devida como parlamentar, para se sujeitar a um julgamento igual ao que reclama para todos os delinquentes: célere, justo e eficaz.