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11 de novembro de 2012

Óbvio


Vem cá a Merkel? Vem.
A Merkel é o rosto da austeridade? É.
O que é que traz a Merkel? Contratos para assinar com empresas alemãs (do mal o menos).
Quem foi eleito para nos governar? Passos Coelho
Quem nos diz que não há mais tempo nem mais dinheiro para pagar a crise? Passos Coelho
Quem é que deveria ser constantemente apupado e convidado a ir embora? Passos Coelho
Por que razão isso não acontece? Estamos em Portugal
E qual é a diferença? Somos bastante pacientes e, para além disso, estamos no São Martinho e não temos tempo para nos preocupar-mos com essas merdas.


7 de julho de 2012

Contas à vida


Apesar de saber que era inconstitucional o corte dos subsídios, ainda assim Passos Coelho decidiu avançar com tal medida, indo para além do determinado pela troika, pensando que apenas seria necessário sacrificar o rendimento dos funcionários públicos.
Depois de saber da decisão do TC, e das exigências de Bruxelas, o governo vai ter que encontrar alternativas que contornem a inconstitucionalidade cometida, e que se irão traduzir num inevitavel aumento da carga fiscal sobre os rendimentos de todos os portugueses. Ao querer evitar uma generalização ainda maior da contestação às suas políticas, sobretudo vindas do funcionalismo público, o governo vai ter que se preparar para uma forte reação de todos os trabalhadores portugueses.

10 de junho de 2012

Parece que é burro!

Claro que o Estado espanhol iria fazer as coisas de diferente maneira, até porque já tinha a experiência grega e portuguesa que lhe dava uma prévia perspetiva do que poderia acontecer, caso o pedido de ajuda à UE não fosse feito de maneira diferente. 
A Irlanda, mal soube das condições em que foi feito o empréstimo espanhol, de imediato apresentou uma proposta de renegociação. Nós, por cá, em vez de exigirmos tratamento semelhante ao espanhol, preferimos aguardar para ver como vai ser, para depois contarmos como é que foi. Enquanto isso, os nossos parceiros europeus, e muito especialmente os nossos vizinhos, vão-se rindo das opções feitas pelos nossos políticos que, à custa quererem de ver o problema resolvido o mais rapidamente possível, optaram pela pior solução...para o Povo, claro.

14 de outubro de 2011

Medidas à medida de quem não precisa de patrão para se governar


Depois de conhecidas as medidas dacronianas do próximo Orçamento do Estado, não são nada despiciendas as palavras dirigidas a Passos Coelho pelo único líder político grupo parlamentar que, ainda assim, vai garantindo que se faça ouvir a indignação da voz do Povo no parlamento português, sem culpa no cartório.

6 de setembro de 2011

São Bento avisa Belém

Conhecida que é a simpatia que nutre o nosso presidente da república pelas redes sociais, mais concretamente pelo facebook, não será de estranhar que, qualquer dia e perante o sério e velado aviso feito pelo nosso primeiro-ministro aos internautas do país, os inquilinos do Palácio de Belém fiquem privados de se manifestarem naquela rede social.

3 de setembro de 2011

Quando o carrasco está gasto, muda-se de carrasco


Eu, que era um crítico das políticas desmedidas de Sócrates, ainda cá estou para continuar a criticar as desmedidas políticas de Passos, pois, para mim, e para muitos outros como eu, não se tratava de criticar Sócrates ou Passos, mas sim qualquer um que, tal como eles, se ocupe dos destinos de Portugal da forma destrambelhada como o fizeram e estão a fazer. Agora, aqueles que viram no atual primeiro-ministro, a resolução mais eficaz de todos os problemas do nosso país, deviam, também eles, e agora que estão a ver os calos apertados, vir a terreiro dizer o quanto lamentam as políticas que Passos utiliza para agradar ao Capital, em detrimento de um Povo, quase, farto de continuar a ser mal governado.

17 de agosto de 2011

Ainda bem!

Ainda bem que o governo Sócrates, e o próprio Sócrates, foram derrotados nas últimas eleições. Se assim não fosse, teríamos por esta altura, o subsído de Natal cortado em 50%, o IVA da electricidade e do gás a aumentarem para 23%, a decisão sobre a continuação da construção do TGV adiada até Setembro, o "maior despedimento de sempre de professores", para além de outras tantas a entrarem em vigor já a partir do próximo ano.
Ainda bem que os políticos não nos desiludiram com uma drástica e impetuosa mudança de políticas, apesar de ter ocorrido uma mudança de governantes e respectiva corte. 
Agora, depois de conhecer os aumentos, só fico à espera de conhecer o resultado do mais ousado e anunciado processo de emagrecimento do Estado.

3 de agosto de 2011

Santos da casa


Com tanta nomeação em tão pouco tempo, o governo de Passos Coelho não tem razões para falhar nos objectivos propostos no seu programa eleitoral. Resta saber qual vai ser o preço a pagar a tanto especialista e se eram mesmo necessários, tendo em conta a quantidade de técnicos que existem nos quadros do Estado e que, muito provavelmente, têm tão boas ou melhores qualificações do que os ora nomeados, apesar de já estarem habituados, pelos sucessivos governos que conheceram, a serem preteridos quando está em causa a necessidade de equilibrar as contas públicas ou quando se torna necessário adoptar medidas mais eficazes no cumprimento das metas estabelecidas.

11 de julho de 2011

Começou a "caça aos boys"


Passos Coelho decidiu relacionar todos os indivíduos funcionários do Estado, que terão sido nomeados pelo anterior executivo. Tal medida poderá ter como objectivo a garantia de que as políticas do actual governo serão efectivamente postas em prática, sem haver risco de intromissão por parte dos (ainda) aficionados de Sócrates, ou então para permitir que os seus correlegionários ocupem os lugares entretanto deixados vagos, a fim de garantir o cumprimento dos compromissos anteriormente assumidos, não só para com os portugueses, mas também para com os apoiantes da sua candidatura.

8 de julho de 2011

Até que enfim se faz LUZ

Não é que o nosso primeiro-primeiro ministro tenha sido a minha escolha nas passadas eleições legislativas, talvez por considerar que representaria os mesmos lobbys de sempre e que a sua política nada traria de novo à realidade do nosso país. Porém ao ler as medidas por ele tomadas, no que diz respeito ao corte da regalias do Governo, vejo-me obrigado a admitir que me revejo nas suas políticas e, a continuar assim, não terei dúvidas em quem votar nas próximas legislativas. A única coisa que me espanta, é que só agora alguém tenha tido a coragem de colocar os representantes do Povo, ao nível de quem os elegeu, apesar de estar à vista de todos, que as mordomias de que passavam a beneficiar, depois de sentarem os seus traseiros nas cadeiras dos ministérios, ficavam muito para além do moralmente admissível.

1 de julho de 2011

Com papas e bolos



Antes da últimas eleições legislativas, as bancadas do PSD e do CDS, uniram-se para acabarem com a avaliação de professores, tal qual a mesma se encontrava, com o simples objectivo de angariar os votos descontentes dos professores. Hoje, em plena Assembleia da Republica, o recém empossado ministro da educação, referiu que o novo modelo de avaliação dos professores será brevemente apresentado isto, claro, depois de Passos Coelho ter dito "não existirem condições para construir novo modelo de avaliação de professores". Ora, perante esta posição, estratégica bem sei, só me ocorre dizer que, no mundo em que vivem alguns dos nossos docentes, ainda há quem acredite no Pai Natal.

30 de junho de 2011

Só lhe fica bem


Não me importo nada que Passos Coelho anuncie a antecipação das (já previstas) medidas de austeridade. Só ficarei aborrecido se, no final, o nosso Primeiro não tiver a simpatia de voltar a pedir DESCULPA.

8 de junho de 2011

Agendas


A necessidade que Portugal tem, em se fazer representar em Bruxelas, no próximo dia 23, pelo novo primeiro-ministro é tanta que, para já, a agenda estratégica do novo governo, esta a ser estabelecida pelo Presidente da República.

16 de maio de 2011

Sebastianismos


A nossa relação com África é umbilical. Diria até que muitos dos que lá estiveram, regressariam ao continente africano logo que tivessem hipóteses de o fazer de novo. Isto, claro, baseando-me nos relatos que, de forma entusiasta, o meu pai me contava sempre que por algum motivo via ou ouvia África.
Passos Coelho também não foge à regra. Não esconde a sua relação com África, assume-a com a naturalidade de quem optou por procurar em África a sua companheira para a vida, de quem teve uma filha, também um pouco africana portanto.
A ser assim, e na hipótese de formar governo a partir de Junho, poderei adivinhar que Passos Coelho vai privilegiar a relação com África, um pouco na senda daqueles que, em meados do séc. XV, olharam para aquele imenso continente, como uma das possíveis (e talvez a única) soluções para resolver as dificuldades com que, já na altura, se debatia este velho país, à beira mar plantado.

11 de abril de 2011

Em nome da transparência


Para quem não queria nada com os partidos políticos, chegando mesmo manifestar-se deveras preocupado com a imagem que projectavam da democracia, até que nem demorou muito a aceitar um cargo partidário.
Será que o convite formulado por Passos Coelho a Fernando Nobre, paladino da transparência, tem alguma coisa a ver com a mudança de mentalidades que o proto-candidato a primeiro-ministro pretende impor na próxima classe dirigente do nosso país, ou foi mais um exemplo do tipo "olha para o eu digo e não para o que eu faço"? Se for este último até fico mais descansado, porque assim, chego à conclusão que a candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República, foi um fait-divers que visava fragilizar as candidaturas de esquerda e assim pontenciar a de Cavaco Silva. Como resultou, eis que veio agora o pagamento.

29 de março de 2011

As hipóteses


Eu compreendo perfeitamente que o anunciado aumento do IVA pelo PSD, mal chegasse ao poder, poderá condicionar a agenda governativa de Passos Coelho. Essa generosidade manifestada pelo líder do PSD, não o beneficia, nem sequer lhe dará a ambicionada maioria absoluta, pois o eleitorado não vai arriscar o seu voto num governante que se compromete, desde já, a penalizá-lo ainda mais.
O que eu (ainda) não compreendo, é a maneira que Passos Coelho encontrará para atingir as metas impostas pela União Europeia, sem aumentar a carga fiscal sobre os portugueses, isto porque, supostamente, estarão colocadas de parte as medidas dacronianas que tinham como objectivo emagrecer o Estado.

28 de março de 2011

Quem sabe se não seria uma boa solução?


Apesar gozar de alguma simpatia por parte do eleitorado (votante), ainda assim se o PSD fosse a votos, não ganharia com a tão desejada maioria absoluta. Ora, tendo em conta que Sócrates reafirmou a sua liderança no PS, estou mesmo a ver qual vai ser o ambiente que se vai viver na Assembleia da Republica, quando Passos Coelho for eleito primeiro-ministro de Portugal.
Já que se fala tanto em mudar o sistema político, quem sabe se não seria uma boa oportunidade para nos aproximarmos do sistema inglês, onde não são permitidos, desde 1974, governos sem maioria parlamentar, já para evitar as vergonhas com que os nossos parlamentares tanto gostam de nos presentear.

25 de março de 2011

Indigestões


Desde que foi afastado do cargo de embaixador de Portugal na UNESCO, que Carrilho nunca mais perduou a Sócrates. Agora, ao vê-lo num momento de fragilidade, aproveita para lhe atribuir a culpa do fracasso da política do governo. 
Mas será que Sócrates estará assim tão fragilizado como pensa Carrilho?
Eu penso que não, até porque se assim fosse, Sócrates não abandonaria o cargo de primeiro-ministro. Repare-se que Sócrates deixou Passos Coelho, ou outro que vier a seguir, vinculado a um acordo com Bruxelas e, a esse, Portugal não poderá fugir, mesmo que queira, pois dele depende a sua continuidade como membro de uma União que não se pode dar ao luxo de perder a concretização dos seus objectivos só porque há um país junto ao mar, que não cumpre com as metas. Por isso, por muito que o governo mude, por muito que a gente conteste, a política monetária da União Europeia não mudará e, mais uma vez, nós cá estaremos para aguentar esse resultado, custo o que custar. Mas estou convencido que menos custaria se tivéssemos políticos à altura de nos governarem.

24 de março de 2011

Previsibilidades


Agora que o lugar de primeiro-ministro vagou, já se prevê quem vai ser o seu sucessor em tão espinhosa tarefa. Portugal vai voltar a ter eleições e os níveis de abstenção vão manter-se igualmente altos e os eleitos vão voltar a ser os mesmos. 
Se Sócrates se recandidatar, como se prevê, e o PSD não ganhar com maioria absoluta, como igualmente se prevê, então Passos Coelho vai contar com uma forte oposição, por parte do 2º partido político mais votado, que será o PS, como se prevê.
Depois, como que jogando à defesa, vai culpar os que, durante 6 anos, mais não fizerem do que, no seu entender, um ruinoso delapidar do património do país, deixando-o, mais uma vez, de tanga e num imenso lodaçal.
Só resta o CDS de Portas que, como se prevê, vai estar na primeira fila dos candidatos a alianças pós-partidárias, para assim voltar ao lugar que tão carinhosamente deixou, enquanto ministro da defesa do governo de Santana Lopes.
Os outros, aqueles que ainda não cheiraram o poder, vão capitalizar os votos de um eleitorado que, com vontade de mudar o rumo titubeante desta quase democracia, vão fazer pender a balança para o lado daqueles que mais prejudicados têm sido, pelas más políticas até aqui levadas a cabo pelos que, durante mais de 30 anos, não conheceram outro senhorio, que não fosse São Bento.