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16 de junho de 2012

Há prémios que esperam...

"21 anos depois de ter sido galardoada, 22 anos antes de ter sido colocada pela primeira vez em prisão domiciliária, e 23 anos depois de ter decidido regressar ao seu país para servir a causa nacional da liberdade e democracia"

10 de novembro de 2010

A que preço é que eu não sei

Parece que, finalmente, a libertação da Nobel da Paz e ícone da oposição Aung San Suu Kyi, estará iminente, tendo em conta que terminará no próximo Sábado, o último período de 18 meses de prisão domiciliária em que se encontra.
A concretizar-se, tal libertação colocará um ponto final a 15 anos de sucessivas privações de liberdade, desde que em 1990 ganhou a eleições na Birmânia e foi impedida de exercer o mandato pela Junta Militar que, desde então, tem governado aquele país como mão de ferro, atropelando os mais elementares direitos das populações.

11 de outubro de 2010

É por essas e por outras

Como não poderia deixar de ser, os iluminados do Partido Comunista Português, criticaram a atribuição do Prémio Nobel da paz a um dissidente do regime chinês.
São expeditos os nossos compatriotas em se colocarem ao lado de quem eles pensam que defende os princípios do comunismo, tal como eles o defendem. Não interessa se essa indignação vem de um país onde, todos os dias, há várias décadas, são desrespeitados os mais básicos direitos humanos, tal como aconteceu no Tibete ou mais recentemente em Xinjiang, e sempre assim será quando alguém ousa exigir ou sequer sugerir, que sejam respeitados os direitos de autonomia ou de auto determinação dos povos que vivem em algumas das províncias que compõem aquele gigante asiático.
Espanta-me a rapidez com que os de cá aplaudem as atitudes dos de lá. Só estranho que, por exemplo, relativamente à proliferação das vulgarmente designadas "Lojas Chinesas", que em muito contribuíram para a destruição o nosso tecido empresarial, colocando no desemprego centenas de trabalhadores portugueses, não tenha havido por parte deles, sequer uma palavra de condenação, quanto mais não fosse, relativa ao horário de trabalho praticado nas mesmas, já para não falar na qualidade e no preço dos produtos que nelas são vendidos.

9 de outubro de 2009

Um grande incentivo




Há acontecimentos que, pela oportunidade com que surgem, só são explicáveis se acreditarmos que a obra de um homem, não só se avalia pelo resultado, mas também pelas intenções que manifesta.
Barack Obama, foi nomeado Prêmio Nobel da Paz, "pelos seus esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos".
Só isso bastará para que alguém seja galardoado com tão importante distinção? Claro que não, mas quando esse alguém é presidente de uma das nações mais poderosas do mundo, quando esse alguém tem mais do que condições para condicionar a escalada de violência a nível mundial e para sentar à mesa das negociações partes beligerantes, com vista a resolver pacificamente qualquer dos conflitos em que estejam envolvidos, então esse alguém deve ser incentivado a continuar nessa senda e maior incentivo do que ser Nobel da Paz, não deve existir.
Além disso, convém não esquecer, que tal reconhecimento, vem reconciliar os americanos como o seu presidente, contestado que estava a ser, por não ter conseguido que o seu país fosse anfitrião dos Jogos Olímpicos de 2017  e por permitir que soldados do seu país continuem a morrer num conflito sem fim à vista.