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3 de setembro de 2011

Esticar até partir

Cética, Manuel Ferreira Leite não acredita, tal como acredita o primeiro-ministro, na recuperação das economias espanhola e alemã, motivo pelo qual não se revê em algumas das medidas adotadas para combater o déficit. Estará Manuela preocupada com as consequências sociais que certamente resultarão da frenética ação do governo, em matéria de impostos diga-se, ou estará, muito simplesmente, a saldar dívidas antigas, tal como aconteceu muito recentemente com Marques Mendes ao achar que as imposições ficais impostas pelo atual executivo, são um autêntico "murro no estômago" dos portugueses.

22 de setembro de 2009

"Campanha do PSD morreu hoje à noite"

A julgar pelo espectáculo degradante com que, até agora, se desenrolou, nunca devia ter começado.

21 de setembro de 2009

Falsos profetas

Não consigo perceber e muito menos aceitar que perante tanta hipocrisia, tanta malícia, tanto perjúrio e tanta tentativa em fazer passar Sócrates como o bicho papão que só pretende prejudicar o país, o Povo português ainda pense que Manuela Ferreira é a melhor solução para o governar, quando a realidade nos mostra que a solução nunca poderá passar por ela pois não inspira qualquer credibilidade, perante as novidades que, em catadupa, têm chegado a público.

17 de setembro de 2009

Voto de silêncio


As formas que alegadamente usou para chegar à liderança do P.S.D., envergonham qualquer defensor assumido da democracia. Manuela Ferreira leite não olha a meios para atingir os fins que pretende.
Se para chegar à liderança do seu partido não se absteve de, alegadamente, dar luz verde aos seus "capangas" para que obtivessem votos favoráveis a qualquer custo, também fará o mesmo para chegar a primeira-ministra de Portugal. Tal actuação é demonstrativa do carácter daquela que pretende ser primeira-ministra de Portugal.
Obviamente que, ao ser instada a pronunciar-se sobre o assunto, optou pelo silêncio, como fazem aqueles que consentem.

12 de setembro de 2009

Ainda que dúvidas houvesse...

Sócrates conseguiu colocar Manuela Ferreira Leite constantemente à defesa. Eu diria até que, perante uma total ausência de alternativas de poder, Manuela Ferreira Leite apenas deixou claro que, as únicas áreas em iria "mexer", se for eleita como primeira-ministra do país, eram a da segurança social, da saúde e da educação, entregando aos privados, uma parte significativa da sua exploração. De resto, negou constantemente aquilo que assumiu enquanto ministra das finanças e apressou-se a justificar o desvio na política anti-crise que julgou ser acertada enquanto tal.

Mais do mesmo

As sondagens valem o que valem mas, a julgar pela que foi hoje pulicada no semanário Expresso, nenhum dos (grandes) partidos portugueses consegue alcançar a tão desejada maioria absoluta. Perante tal realidade, contam-se espingardas para não haver dependências parlamentares o que, a julgar pelo cenário, será de todo impossível. Esfregam as mãos o B.E. e o P.P., ansiosos que estão para que cada um dos mais votados lhes bata à porta a "pedir batatinhas".
A democracia em Portugal funciona assim. A bipartidarização asfixiante, faz com que umas vezes se vire à direita e, outras vezes, se vire à esquerda, apesar de nenhum dos dois gostar de assumir que está mais encostado a um lado do que a outro. O Povo, esse, sai sempre prejudicado e assiste impávido a esta já normal dança de cadeiras onde, invariavelmente, se sentam os mesmos protagonistas.
Perante tão evidente cenário, adivinham-se grandes amuos e oportunos golpes palacianos na vida política portuguesa, com cada uma das facções a "puxar a brasa à sua sardinha" esquecendo, como sempre, os que mais necessitam de estabilidade política. Na boca de Marcelo, o governo que sair vencedor das legislativas não dura mais de dois anos, tal é a vulnerabilidade com que enfrentará os "golpes" da oposição. A ser assim, Cavaco Silva ver-se-á obrigado a dissolver o parlamento e a convocar novas eleições, na esperança de que algum dos "grandes" obtenha a maioria absoluta e que, dessa forma, alguma paz social paire sobre ao país real.

3 de setembro de 2009

Política de verdade


Manuela Ferreira Leite não se cansa de dizer que fala verdade. Aliás, nem me lembro sequer de alguém que tantas vezes tivesse dito que fala verdade.
Esta obsessão pela necessidade de convencer o eleitorado português de que é a candidata que mais verdades diz e, portanto, aquela em que todos devem votar, começa a ser semelhante às vezes que o culpado de um crime diz que é inocente.

9 de maio de 2009

Lobo com pele de cordeiro

O discurso adoptado por Manuela Ferreira Leite, é o mesmo que um qualquer líder de um partido moribundo utiliza para galvanizar os seus desencantados militantes. Como tem a certeza que o seu partido vai ficar aquém das expectativas em todos os actos eleitorais a que se propuser até Outubro, opta por atemorizar os indecisos e os incrédulos que não conseguem acreditar que para mudar um país são necessários bem mais do que quatro anos.
Mas, a solução para o problema, já Manuela Ferreira Leite encontrou há muito, quando, em Novembro passado, perguntou se "não seria bom haver seis meses sem democracia" para pôr "tudo na ordem", uma vez que não acreditava que em democracia fosse possível fazer reformas.
Dito isto, julgo não ser necessário dizer mais nada sobre alguém que, depois de tais declarações, se propõe fazer uma política de verdade.