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25 de agosto de 2011

De uma coisa não tenhamos dúvidas...

Muammar al-Gaddafi só caiu porque os seus anteriores aliados, ou sejam, aqueles que o apoiaram em 1969 na sua revolta, lhe viraram as costas, por não terem conseguido (ou sabido) resistir à pressão exercida por aqueles que foram expulsos aquando da sua subida ao poder.

8 de abril de 2011

Mortes consentidas


Supostamente vão para o teatro de guerra para protegerem os indefesos do avanço das tropas invasoras. Mas, o que acontece com alguma frequência é exactamente o oposto, ou seja, os que necessitam de segurança, acabam por ser vítimas do fogo considerado amigo. Estarão os militares da NATO preparados para distinguir aqueles que devem ser protegidos, ou andarão para lá a voar de um lado para o outro a "deitar abaixo" tudo o que mexe? Se é para isso, melhor teria sido se ficassem em casa.

2 de março de 2011

Coffe Break


Parece que agora Muammar Kadhafi não tem outra alternativa que não o abandono incondicional do país que governou com mão de ferro durante 40 anos, isto porque, a julgar pelo relatos, o cerco se começa a fechar sem que dê mostras de ceder, sem que o líder líbio renúncie, quer ao poder, quer à violência.
Enquanto esse braço de ferro se mantiver, a Europa está a braços com um êxodo a que já chamaram bíblico e o mundo a braços com mais uma catástrofe humanitária a juntar às outras que eclodiram aquando da fuga de outros contestados líderes.
Entretanto, os EUA , a pretexto de proteger o Povo líbio das atrocidades contra ele cometidas pelos fiéis ao regime, já se posicionam ao largo daquele pais magrebino, talvez à espera que as posições mais radicais de ambos os lados, não se reflictam em demasia, sobretudo naquilo que pode alterar a estabilidade económica, quer na Europa, quer do Mundo.
Geralmente, nestas situações de confronto, são as crianças e os idosos os que mais sofrem, por serem os mais frágeis e necessitados. Por seu lado, os adultos, lá se vão desenrascando, na expectativa de poderem vir a cantar vitória, nem que seja por breves momentos, até que outro "democrata" se disponibilize a governar no caos.

19 de fevereiro de 2011

Aquela força que os une



A revolta do povo não pára de aumentar. Por todo o Magreb, e sem esquecer as grandes nações do Médio-Oriente, o povo reclama direitos, liberdades e garantias, à semelhança do que vêem nos países ditos civilizados. Mas esses já a conquistaram há muito e nem por isso se pode dizer que a atingiram na plenitude.
São inúmeras as tentativas de limitar os direitos do cidadãos, mesmo em democracias aparentemente sólidas, por isso mesmo, o contágio da revolta que assola os países, que há muitos anos não conhecem alternância no poder, pode muito bem não surtir o efeito desejado pelos manifestantes.
Alguns lideres, como Khadafi ou o príncipe herdeiro do Bahrein, não cedem facilmente às exigências de um povo que se vê desamparado sem o auxílio do exército, como aconteceu no Egipto, e tentam esmagar a revolta que consideram contrária aos interesses de uma minoria que se conseguiu manter no poder, muito à custa de manobras e interesses obscuros, tecidos em segredo, longe do consentimento ou conhecimento de um povo, que mais preocupado estará em viver o seu dia-a-dia, sem se meter em políticas, mas nunca esquecendo aquilo que lhe alimenta o espírito, esse sim o verdadeiro factor que os une e que os impele, para uma luta cujos resultados eles próprios desconhecem, mas que concerteza lhe trará um sofrimento acrescido.

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