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10 de outubro de 2015

Porque não tentar e acreditar



Se, desde que foi que foi alcançada a democracia em Portugal, nunca o país conseguiu "efectivar a sua independência em matéria de desenvolvimento institucional, e tem-se revelado incapaz de gerar a longo prazo, e do interior do seu sistema Constitucional, políticas sustentáveis" porque motivo é que a procura de novas soluções governativas não deve ser encarada como positiva, já que pretende romper com aquilo que tem sido o habitual e que, basicamente, se tem traduzido num constante desvario das contas públicas, em deprimentes escândalos e em inevitáveis resgates?

17 de setembro de 2015

Ao fim e ao cabo


Ontem, no debate entre António Costa e Jerónimo de Sousa, ambos se referiram ao facto de, numa das televisões do nosso país, já não existirem pessoas atrás das câmaras, mas sim robôs que as substituíam. Ao constatarem essa (triste) realidade, bem poderiam afirmar que essa "alteração" só compensa, se aquilo que poupar, for imediatamente aplicado no bem-estar daqueles que foram substituídos. Isto sim, é a  melhor forma de lidar com o desemprego, ou não fosse a máquina pensada e criada para nos aliviar do esforço e nos tornar mais ricos.

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14 de outubro de 2011

Medidas à medida de quem não precisa de patrão para se governar


Depois de conhecidas as medidas dacronianas do próximo Orçamento do Estado, não são nada despiciendas as palavras dirigidas a Passos Coelho pelo único líder político grupo parlamentar que, ainda assim, vai garantindo que se faça ouvir a indignação da voz do Povo no parlamento português, sem culpa no cartório.

5 de abril de 2011

Virar à esquerda


Não é uma ideia pioneira, mas não deixa de ser interessante, esta quase vontade de união por parte da esquerda considerada mais radical. Apesar de considerar que as viragens para os extremos, além de serem, em alguns momentos, atraentes, também poderão ser perniciosas, não acreditando porém que nos dias de hoje exista a possibilidade de descambarmos para o radicalismo atroz. De todo o modo, a concretizar-se, sempre calará o pio ao insuportável Paulo Portas e dará mais força parlamentar àqueles que se dizem defensores dos mais carenciados da sociedade portuguesa.
Se vale ou não a pena acreditar, caberá a cada um decidir, mas estou em crer que tal posição poderá ser benéfica para a democracia da nosso país e, por essa via, refrear os ímpetos despesistas dos que ocupam os lugares de decisão do Estado.