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27 de abril de 2011

25º aniversário do desastre de Chernobyl


Passados 25 anos sobre um dos maiores desastres nucleares de que há memória, o Mundo conhece outro de semelhante dimensão, levando a que o medo do nuclear suba de novo à mesa das preocupações da humanidade, cuja memória continua a permanecer teimosa e demasiadamente curta.

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11 de março de 2011

Sinais dos tempos


Obviamente que, também aqui, estamos solidários com as gentes do Japão, as quais, por esta hora, estarão a passar por um dos piores momentos das suas vidas.

18 de fevereiro de 2011

Já não era sem tempo


Finalmente, a caça às baleias, levada a cabo por baleeiros japoneses na Antárctida foi subitamente interrompida e os pescadores mandados regressar a casa, isto tudo por causa da pressão exercida pelos voluntários da organização Sea Shepherd. 
Ainda bem que existem pessoas no mundo que, arriscando a própria vida, desafiam (e obrigam) aqueles que, a coberto de uma moratória, capturam para comer o que só deveriam capturar para fins científicos. É óbvio que esta decisão de interromper a caça furtiva daquele que é considerado o maior cetáceo do mundo e, diga-se, apesar do seu porte, bastante simpático e nada conflituoso, só prova que a persistência é a melhor arma a utilizar no combate a essas e outra práticas ilegais a que o ser humano ainda recorre, não por necessidade, mas por capricho.

30 de outubro de 2010

Soube a pouco


Muito aquém do necessário ficou o resultado da convenção das Nações Unidas sobre a Biodiversidade do planeta (COP 10) que reuniu 200 países na cidade de Nagoia, no Japão. Tirando o aumento da área a proteger, de 10 para 17 porcento, ainda há a registar o aumento de 1 para 10 por cento das zonas marinhas protegidas. Para além dessa aparente evolução, positiva diga-se, muitos dos países participantes continuam a subestimar a importância do equilíbrio ambiental para a sobrevivência da espécie humana, a única que, ainda assim, consegue na maior parte dos casos, levar a dianteira na luta contra a maior parte das doenças que afectam, muito à custa daquilo que visam proteger, porque, como bem sabemos, o grosso dos medicamentos que utilizamos para nossa salvaguarda, são obtidos à custa dos recursos que a natureza coloca à nossa disposição.