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21 de outubro de 2015

19 de outubro de 2015

A última cartada


Depois de ter ouvido Costa falar sobre as contas escondidas, Portas veio logo à TV colocar o seu lugar à disposição, na vã tentativa de o levar a não falar mais acerca do assunto. Não porque esteja muito preocupado com o seu futuro político, mas porque as contas do país, e constantemente negadas à oposição, são mesmo um grande embuste que, mais uma vez, vamos ter que pagar....mas com  mais calma do que até aqui.

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20 de dezembro de 2013

Agora sim!


Parece que agora os nossos governantes vão ter mesmo que começar a mexer nas mordomias associadas aos cargos que ocupam, ou então, caso continuem a não ter vergonha na cara, vão ter que sacrificar ainda mais o contribuinte, com as únicas medidas que conhecem desde que assentaram praça nos ministérios.

10 de fevereiro de 2011

Efeitos de uma crise prolongada



Afinal, a crise financeira com que nos debatemos, até pode contribuir para um maior desempenho sexual, isto porque, segundo um estudo ontem divulgado pelo jornal “El Mundo”, as portuguesas estão à frente das espanholas no diz respeito à satisfação sexual.
É, sem duvida, um dado politicamente relevante, uma vez que, para preservar a sua satisfação sexual, são bem capazes de votarem em massa no próximo candidato socialista a primeiro-ministro, o que não deixará de ser preocupante pois, como bem sabemos, elas são em muito maior número e, por isso mesmo, bem capazes de fazerem pender a balança para o seu lado, não permitindo, com o seu voto, que o país recupere da penúria em que se encontra. Isto, claro, se quem substituir o governo de Sócrates, não alterar a estratégia que desde há 30 anos, nos tem deixado completamente tesos.

9 de fevereiro de 2011

Diatribes



Com o veto à lei que obriga à prescrição, pelos médicos, do medicamento pelo princípio activo, Cavaco Silva inicia assim o seu último mandato como Presidente da República. Poderão, por isso, estar abertas as hostilidades entre Belém e São Bento, e dessa forma, estar condicionada a acção legislativa do governo.
A quem aproveita tudo isso não sei, mas tenho a certeza que, ao contrário de situações anteriores em que o Presidente da República se substituía à oposição, na defesa dos interesses dos cidadãos que supostamente estariam a ser prejudicados pelas medidas tomadas pelo governo, Cavaco Silva estará mais interessado em defender os interesses corporativos da classe médica, a qual, caso a lei não fosse vetada, seria bastante prejudicada, pelos favores que, hipoteticamente, lhes são prestados pelas empresas farmacêuticas.

24 de outubro de 2010

As certezas do OE

A julgar pela satisfação dos protagonistas, a única coisa que posso garantir é que, depois das negociações, nenhum deles espera vir a ficar prejudicado com o novo orçamento do Estado.

1 de outubro de 2010

Político incompetente procura-se



Silva Lopes, em entrevista à RTP1, referiu que os políticos portugueses, desde a Revolução Liberal de 1820, nunca conseguiram equilibrar as finanças públicas, exceptuando-se o período em que Salazar governou o país. Há relativamente pouco tempo, Manuel Ferreira Leite disse que bastavam 6 meses sem democracia para que fosse possível equilibrar as contas do país. Perante isto, pergunto eu: Será que o país necessita, para seu governo, de alguém que, com mão de ferro, consiga manter disciplinadas as contas do Estado? 
Creio que não, ou melhor, espero que não, porque a ser assim, só se prova que, em democracia, em Portugal não é possível viver sem déficit e sem que, volta e meia, os nossos políticos nos batam à porta a pedir que sejamos tolerantes com um Estado demasiado perdulário, que vive além das suas possibilidades e que não tem capacidade para administrar o dinheiro que recolhe dos contribuintes, utilizando-o somente para fazer face às despesas correntes e não para o apetrechar o país de mecanismos que lhe dêem capacidade para competir com, pelo menos, os seus ainda parceiros europeus.

23 de abril de 2010

Reacções


Reagindo à reacção da Associação Sindical de Juízes, os deputados portugueses e sua exª. o presidente da república, decidiram, também eles, criar uma associação sindical pelo simples facto de sentirem inferiorizados relativamente ao poder judicial. Quanto ao governo, sabe-se que está a ponderar a utilidade da criação de uma organização semelhante, com o objectivo de encetar formas de luta sempre que as suas propostas não forem aceites pelos parlamentares.