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27 de fevereiro de 2010

A voz da razão

Admito que Paulo Portas não é o meu ideal de político. Acho-o demagogo quanto baste. Porém sei , e ele também sabe, de que forma se consegue captar a simpatia de um povo, agastado que está com a crise da democracia, ou melhor, com a falta de sentido de Estado dos seus protagonistas. Obviamente que num país à beira do colapso financeiro, como aliás nunca deixou de estar por muito optimistas que sejam os nossos políticos, tem que existir alguém que se encarregue de denunciar as mordomias mantidas pelos gestores públicos, muitos deles principais causadores do descalabro em que se encontram as contas públicas. Poderão dizer que Paulo Portas faz política fácil, que é um profeta da desgraça ou até mesmo um  oportunista, mas  pelo menos ele é o único com coragem de pedir mais rigor e transparência na relação do Estado com os seus cidadãos, provando que o Estado não é pessoa de bem e só serve para salvaguardar os interesses instalados.