Mostrar mensagens com a etiqueta francisco louçã. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta francisco louçã. Mostrar todas as mensagens

10 de novembro de 2012

Até amanhã Louçã


"Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis."

5 de abril de 2011

Virar à esquerda


Não é uma ideia pioneira, mas não deixa de ser interessante, esta quase vontade de união por parte da esquerda considerada mais radical. Apesar de considerar que as viragens para os extremos, além de serem, em alguns momentos, atraentes, também poderão ser perniciosas, não acreditando porém que nos dias de hoje exista a possibilidade de descambarmos para o radicalismo atroz. De todo o modo, a concretizar-se, sempre calará o pio ao insuportável Paulo Portas e dará mais força parlamentar àqueles que se dizem defensores dos mais carenciados da sociedade portuguesa.
Se vale ou não a pena acreditar, caberá a cada um decidir, mas estou em crer que tal posição poderá ser benéfica para a democracia da nosso país e, por essa via, refrear os ímpetos despesistas dos que ocupam os lugares de decisão do Estado.

11 de fevereiro de 2011

Por um fio



Foram todos apanhados de surpresa com a vontade que Louçã tem em apresentar uma moção ao governo. Apesar de ser um cenário que todos querem, ninguém o deseja verdadeiramente, tão só porque não têm a agenda preparada para tal. As coisas funcionam de outra maneira e os grandes partidos não admitem que a agenda política seja marcada por um partido de menor dimensão, que ainda por cima não faz parte da mesma família política.
O cenário não foi assim difícil de adivinhar. Depressa os barões do PSD se levantaram contra a oportunidade da iniciativa, brandindo algum desconforto perante a possibilidade de a mesma poder vir a surtir o efeito prático pretendido por quem considera que os interesses das pessoas estão muito acima do interesse dos grandes grupos económicos.

15 de outubro de 2009

Na hora da verdade




Não acredito que Sócrates tenha suplicado, quer a Ferreira Leite, quer a Paulo Portas, a viabilização de um governo minoritário socialista para os próximos quatro anos.
Não acredito que, se isso acontecesse, Paulo Portas iria dizer ao seu eleitorado que tinha aceitado ajudar, aqui e ali, o governo P.S. a manter-se em funções.
Não acredito que Sócrates encare como única alternativa para governar com estabilidade uma aliança com o B.E. assim como não acredito que Sócrates concretize uma aliança com o P.C.P.
Acredito, isso sim, que todos os partidos têm interesse em fazer uma oposição responsável e que as negociações sobre a viabilidade deste ou daquele diploma, sejam mais morosas e difíceis.
Também acredito que Sócrates mais facilmente fará cedências a Francisco Louçã do que aos outros todos juntos, pois, convém não esquecer, que Manuel Alegre se recatou muito rapidamente, talvez a pensar nas próximas eleições presidenciais e que mais facilmente o B.E. deixará cair a taxação sobre as grandes fortunas do que o P.S.D. abandonar a sua posição sobre o t.g.v. ou o novo aeroporto de Lisboa ou o C.D.S. aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo


12 de setembro de 2009

Mais do mesmo

As sondagens valem o que valem mas, a julgar pela que foi hoje pulicada no semanário Expresso, nenhum dos (grandes) partidos portugueses consegue alcançar a tão desejada maioria absoluta. Perante tal realidade, contam-se espingardas para não haver dependências parlamentares o que, a julgar pelo cenário, será de todo impossível. Esfregam as mãos o B.E. e o P.P., ansiosos que estão para que cada um dos mais votados lhes bata à porta a "pedir batatinhas".
A democracia em Portugal funciona assim. A bipartidarização asfixiante, faz com que umas vezes se vire à direita e, outras vezes, se vire à esquerda, apesar de nenhum dos dois gostar de assumir que está mais encostado a um lado do que a outro. O Povo, esse, sai sempre prejudicado e assiste impávido a esta já normal dança de cadeiras onde, invariavelmente, se sentam os mesmos protagonistas.
Perante tão evidente cenário, adivinham-se grandes amuos e oportunos golpes palacianos na vida política portuguesa, com cada uma das facções a "puxar a brasa à sua sardinha" esquecendo, como sempre, os que mais necessitam de estabilidade política. Na boca de Marcelo, o governo que sair vencedor das legislativas não dura mais de dois anos, tal é a vulnerabilidade com que enfrentará os "golpes" da oposição. A ser assim, Cavaco Silva ver-se-á obrigado a dissolver o parlamento e a convocar novas eleições, na esperança de que algum dos "grandes" obtenha a maioria absoluta e que, dessa forma, alguma paz social paire sobre ao país real.