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15 de março de 2013

Bom almoço!


É só para lembrar que 1/4 das crianças em Portugal passa fome, fora aquelas que ninguém sabe que existem.

25 de julho de 2011

Aos poucos


Aos poucos, muito poucos, a comunidade internacional vai despertando para a necessidade de uma intervenção efectiva no Corno de África, pressionada que está em abrir os cordões à bolsa, sem encarar tal transferência de verbas, como um investimento, mas sim como uma atitude humanitária em prol do seu semelhante.

11 de julho de 2011

"Esta é a pior tragédia humanitária do mundo" *


Esquecendo, por momentos, os problemas causados nas economias europeias pelas agências de rating, concentremo-nos* um pouco naqueles que estão bem longe de se preocuparem com essas questões, tal é a dimensão do problema com que diariamente têm que se debater.

30 de maio de 2011

Jovens com futuro (já) hipotecado


Em tempos de crise, e são de crise os tempos actuais e os que se avizinham, são os socialmente mais vulneráveis que mais sofrem com as limitações, muitas vezes cegas, impostas por quem nos governa.
Apesar de ser consensual a necessidade de manter abertos os refeitórios das escolas durante o período de férias, essa decisão apenas socorre quem necessita por alguns momentos. Para além disso, durante os momentos de maior solidão, onde se calhar um carinho seria bastante mais necessário, é que ocorrem as maiores frustrações e, quiçá, a maior vontade de acabar com algo que, aos poucos, se vai transformando num fardo demasiado difícil de ser transportado.
Um estudo do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, revelou isso mesmo e muito mais. Para além dos factos já de todos conhecidos, prevê-se que as condições sejam cada vez mais precárias e, como consequência directa, será cada vez mais comum assistirmos a situações de abandono, seja escolar, seja familiar, que só poderá resultar em mais violência, mais prostituição e, em alguns casos, no aproveitamento dessas fragilidades, por parte de quem não tem escrúpulos e consegue ver nessa miséria, uma tentadora oportunidade de lucro.

30 de dezembro de 2010

Mundo louco


As condições em que vivem os que optam por não comerem, em nada se comparam àquelas em que tentam sobreviver, aqueles que, durante dias, nada encontram que os alimente. Se os primeiros sofrem de fartura, os segundos sofrem com a penúria. Apesar de estarmos a falar de realidades completamente diferentes, há uma coisa que ainda assim lhes é comum. Em ambos os casos, o peso que apresentam quando morrem, é muito semelhante.

10 de dezembro de 2010

Pobreza disfarçada


Hoje é lançada uma nova rede alimentar. Com o apoio de Cavaco Silva e da  AHRESP, visa a satisfazer a nova classe social, emergente da crise que se faz sentir por todo lado, e que dá  pelo nome de "pobres envergonhados". Basicamente, são pessoas que têm fome, mas que não têm coragem para "mendigarem" um prato de comida junto dos restaurantes e que, a partir de hoje, vão receber senhas que lhes vão permitir poderem beneficiar desse "serviço" sem demonstrarem que dele necessitam.

4 de dezembro de 2010

Pobres mas com saúde


Um estudo realizado pela UNICEF, coloca as nossas crianças no grupo das mais carenciadas de um universo de 24 países analisados. As causas dessa pobreza estão na atribuição de subsídios pelo Estado que, apesar de serem poucos, ainda por cima são mal aplicados.
É caso para dizer que "de pequenino é que se torce o pepino" porque, nestas coisas da pobreza e das carências sociais, convém começar a habituar as crianças desde cedo, para quando forem adultos não estranharem a constante subida da carga fiscal, que obviamente só servirá para manter o escandaloso nível de vida daqueles que os governam. Por outro lado, esse mesmo estudo revela que as crianças portuguesas foram as que menos se queixaram de problemas de saúde, talvez porque  terem comido mais legumes e fruta, o que só prova que o talho e a peixaria estão cada vez mais inacessíveis ao bolso dos portugueses.

6 de novembro de 2010

Nua e crua

No Portugal do séc. XXI, onde as assimetrias de acentuam cada vez mais, assistimos a uma cada vez maior degradação do tecido social que nos coloca vergonhosamente próximos dos países onde os déspotas exibem a sua ostentação e o povo se acotovela em busca de uma condição digna, tão digna como a de qualquer um dos seus parceiros europeus.