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14 de novembro de 2015

Je suis Paris


Paris, foi a primeira cidade da Europa a sofrer com a luta contra o EI, mas os verdadeiros culpados só a história os há-de julgar, para pena minha e de muitos outros que a eles atribuem a responsabilidade por toda a instabilidade que se gerou no Médio Oriente. No momento, o que me ocorre, é que as autoridades não baixem os braços e que intensifiquem as medidas de combate ao flagelo que constitui a maior ameaça que alguma vez assolou a Europa.

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7 de setembro de 2015

Honra lhe seja feita


Para quem pensava que a sua intransigência apenas se aplicava ao rigor das contas públicas, a mais recente posição de Merkel, veio provar que, afinal, a srª. insensível tem bom coração e no que se refere aos direitos humanos, é a primeira a não permitir que no seu país os movimentos xenófobos tenham margem de manobra, tomando a dianteira no acolhimento dos milhares de refugiados que todos os dias cruzam as fronteiras da Europa com direcção à Alemanha.

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29 de abril de 2014

Deixa-os poisar!


Eu só acho que o conflito na Crimeia, vai trazer muito mais vantagens à Rússia do que ao Ocidente. Sim, porque para além do Ocidente, também há o Oriente, muito mais amigo da Federação do que tudo o resto, com quem a Rússia pode privilegiar relações comerciais, bastando para isso, tão só, mudar o curso da tubagem que alimenta de gás a Europa. Portanto, quando Putin não «vê razão» para contra-atacar as sanções ocidentais, em reação às sanções impostas pela comunidade internacional, é porque tem a certeza de que a Rússia é quem menos necessita desta dependência energética e, se calhar, económica.

30 de outubro de 2013

Um sonho com pesadelos calculados


Não tenhamos dúvidas que foi a concretização de um sonho com mais de 150 anos, mas o preço que se pagou, e que se poderá vir a pagar, poderá deitar por terra todas as (boas) expetativas geradas à volta do evento, já que, sobre a região paira a inevitabilidade de um sismo com magnitude superior 7. Desgraças à parte, trata-se de uma empreendimento que pode mudar por completo a relação da Europa com aquele gigante asiático, que quer ser mais moderno e mais europeu, já que o reforço da ligação com o oásis da União, poderá servir de balanço para quem já quase tudo fez para deixar de ser um eterno candidato.

30 de maio de 2013

Bardamerda



Passados 25 anos, vêm agora estes senhores dizer que se podia ter feito isto e aquilo pelo nosso desenvolvimento. Só prova que na altura, andavam tão desnorteados com os milhões que todos os dias para cá vinham, que a única coisa que os preocupava, era o seu bem-estar e o dos amigos.

26 de maio de 2012

Wie wir arbeiten

Perante a necessidade de crescimento da UE, Merkel propôs aos Estados membros um modelo laboral semelhante ao alemão, especialmente aplicável àqueles que se encontram em situação mais vulnerável, o que iria traduzir-se, por exemplo, num reforço do poder negocial das partes interessadas e uma cada vez menor intervenção do Estado.
Ora, conhecendo nós o povo alemão, sabendo que são extremamente obedientes, frios, calculistas e trabalhadores, tenho algumas reservas acerca da eficácia daquele modelo na nossa economia, já que somos, salvo raríssimas exceções, exatamente o oposto. Contudo, não deixa de ser curioso que apesar das dificuldades impostas pelo mau comportamento das economias do sul, pejorativamente apelidadas de PIGS, que obrigaram a uma inflexão das apertadas regras impostas pela comissão europeia ao déficit dos países da União, estou em crer que, no fim de tudo, quem voltará a sair a ganhar desta toda esta instabilidade, será a Alemanha, já que conseguiu, uma vez mais, impor aos menos competitivos, o seu modelo de crescimento, o que não deixa de ser uma vitória.

9 de fevereiro de 2012

Já agora...


Martin Schultz, presidente do parlamento europeu, criticou a forma como Passos Coelho procura investimento estrangeiro, designadamente em Angola, país lusófono e onde ainda temos fortes raízes.
Se os nossos parceiros económicos, apenas nos olham como potenciais consumidores, por que raio de motivo, não nos havemos de voltar para aqueles que cá querem investir, acreditando nós que nos podem trazer um futuro diferente daquele que nos espera se nos mantivermos subservientes à Europa.

23 de agosto de 2011

Eu até nem me importava de pagar o mesmo


Se o Governo anda tão preocupado em aproximar Portugal, o mais possível, das práticas financeiras da Europa, para assim atingir o nível desejado pela TROIKA, porque razão é que apenas nos impostos nos devemos tornar assim tão semelhantes? O lógico seria que também na uniformização dos rendimentos essa preocupação se verificasse porque, se assim fosse, eu até nem me preocupava em pagar o mesmo do a maior parte dos meus congéneres europeus, desde que os meus rendimentos fossem, por exemplo, iguais ao dos franceses, onde só salário mínimo, em Janeiro de 2010, se situava nos módicos 1321 euros.

6 de novembro de 2010

Nua e crua

No Portugal do séc. XXI, onde as assimetrias de acentuam cada vez mais, assistimos a uma cada vez maior degradação do tecido social que nos coloca vergonhosamente próximos dos países onde os déspotas exibem a sua ostentação e o povo se acotovela em busca de uma condição digna, tão digna como a de qualquer um dos seus parceiros europeus.

5 de novembro de 2010

Quer-se dizer...

Ainda não refeitos das notícias que nos colocam ao lado da Grécia e da Irlanda, ainda por cima vamos ter que devolver a Bruxelas a módica quantia de 40 milhões de euros que não investimos, ou se investimos foi deficientemente, na agricultura. É caso para dizer que um problema nunca vem só e, mais uma vez, nos interrogamos acerca da utilidade das dezenas de indivíduos que se pavoneiam pelos corredores dos ministérios a receber quantias que somente servem para lhes aumentarem a auto-estima.

4 de outubro de 2010

Na corda bamba


Perante a ameaça terrorista que paira sobre alguns países, os europeus vivem dias negros.
Não é fácil suportar a ideia de que, a qualquer momento, alguém se pode lembrar de rebentar um qualquer engenho explosivo, ou, pior ainda, do clima de suspeição e de desconfiança que se abateu sobre o comum do cidadão, preocupado que anda em tentar encontrar no seu vizinho, no seu colega de trabalho, ou até mesmo, naquele ao lado do qual se senta, um potencial terrorista.