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9 de maio de 2016

Tomara que não


Se daqui a pouco tempo quiserem ver o mundo de pernas para o ar, basta que os americanos, cuja cultura, em muitos casos, fica aquém do que seria de esperar para um povo tão evoluído, votem em Donald Trump. Se isso acontecer, o que eu não desejo, de imediato veremos os EUA a declarem guerra a tudo e todos aqueles que ousarem contrariá-los ou sequer pensarem em fazê-lo. Mas atenção, a ascensão de Trump (e de outros como ele) só demonstra que as democracias, tal como as concebemos, ainda não estão a salvo dos corruptos que as usam para (se) governarem em nome do povo que os elegeu. 

30 de outubro de 2012

Os bens dos males

A elogiada forma como Obama geriu a crise provocada pela tempestade "Sandy", poderá muito bem dar-lhe uma nova e confortável vitória nas próximas eleições.

6 de agosto de 2012

Mundo novo, velhos problemas


Para já foram os primeiros a chegarem a Marte e têm a vantagem de terem à sua disposição as riquezas daquele planeta, ao que dizem bastante superiores às existentes no nosso. 
Os outros, os que ainda por cá ficam, vão continuar a explorar e a disputar as riquezas que ainda por aqui existem, sabe-se lá a que preço, e sem olharem a meios para atingirem os seus objetivos, que normalmente se refletem (negativamente) no nosso ambiente e, por arrastamento, em nós e em todos os que connosco convivem.
Quanto às guerras no novo domínio dos EUA, certamente que irão acontecer, ou não fosse o nome Marte, uma associação ao Deus da Guerra 

12 de outubro de 2011

Será desta?

Depois de se ter descoberto que o Irão se preparava para assassinar o embaixador saudita em Washington, Hillary sugere que seja enviada uma mensagem muito forte ao regime de Teerão, condenando as coisas más que aquele regime anda a fazer.
Agora, perante estas fortes e pouco infundadas suspeitas, os EUA ficam com mais um motivo para reagirem contra uma potência que, aos poucos, e perante os olhos da comunidade internacional, se vai apetrechando com material nuclear, suficiente para produzir uma quantidade preocupante de armas, numa zona instável por natureza, e onde até agora o Irão tem sido uma potência com bastante influência e igualmente crítica da presença dos EUA naquela zona do globo.

24 de setembro de 2011

Parto difícil

Pois é, mais um passo foi dado para que, finalmente, seja reconhecido o Estado palestiniano. 
Foi o que fez presidente Mahmoud Abbas quando, na Assembleia Geral das Nações Unidas, entregou um pedido de adesão da Palestina ao Secretário Geral daquela organização, contando que, por essa via, fosse reconhecida como Estado. Porém, essa tentativa de obter, por outra via, o tão desejado reconhecimento não é encarada com bons olhos pelos EUA e por Israel. Segundo eles "não hão atalhos no processo de paz com Israel" e enquanto não estiverem satisfeitas as exigência de ambos, o Povo da Palestina terá muito que esperar até ver o seu sonho concretizado.

11 de setembro de 2011

Feridas ainda por sarar


Há 10 anos poucos acreditavam que alguém fosse suficientemente louco ao ponto de ferir o orgulho do gigante americano. Aconteceu e o resultado dessa loucura ainda perdura na vida de muitos daqueles que perderam um pouco de si naquele trágico momento e nos anos que se lhe seguiram. 
Se o ataque às torres gémeas inverteu o curso da história, disso não haverá dúvidas, como dúvidas também não haverá quanto à extrema vulnerabilidade de um país que, até ali, se julgava protegido de ataques terroristas.
Desde então, os E.U.A encetaram uma luta sem quartel a todas as organizações que consideraram e consideram terroristas, levando atrás de si um rasto de destruição e dor, sem que dessa "cruzada" tenha, aparentemente, resultado alguma vantagem, sobretudo para aqueles que continuam a ser vítimas dessa interminável guerra, que só poderá considerar-se finda quando os superiores interesses dos povos forem colocados acima dos interesses económicos das nações.

24 de maio de 2011

A importância das coisas

daqui


daqui

Enquanto uns conseguem evitar ouvir o insuportável ruído provocado pelos cada vez mais insuportáveis políticos do nosso país, de cada vez que sobem a um palco para esclarecerem os que ainda se dispõem da ouvi-los, outros há, que só lhes resta encararem o futuro com alguma esperança, perante a catástrofe que se abateu sobre as suas vidas, na expectativa de não terem que voltar a passar por momentos de puro terror.

2 de março de 2011

Coffe Break


Parece que agora Muammar Kadhafi não tem outra alternativa que não o abandono incondicional do país que governou com mão de ferro durante 40 anos, isto porque, a julgar pelo relatos, o cerco se começa a fechar sem que dê mostras de ceder, sem que o líder líbio renúncie, quer ao poder, quer à violência.
Enquanto esse braço de ferro se mantiver, a Europa está a braços com um êxodo a que já chamaram bíblico e o mundo a braços com mais uma catástrofe humanitária a juntar às outras que eclodiram aquando da fuga de outros contestados líderes.
Entretanto, os EUA , a pretexto de proteger o Povo líbio das atrocidades contra ele cometidas pelos fiéis ao regime, já se posicionam ao largo daquele pais magrebino, talvez à espera que as posições mais radicais de ambos os lados, não se reflictam em demasia, sobretudo naquilo que pode alterar a estabilidade económica, quer na Europa, quer do Mundo.
Geralmente, nestas situações de confronto, são as crianças e os idosos os que mais sofrem, por serem os mais frágeis e necessitados. Por seu lado, os adultos, lá se vão desenrascando, na expectativa de poderem vir a cantar vitória, nem que seja por breves momentos, até que outro "democrata" se disponibilize a governar no caos.

2 de dezembro de 2010

Com quantos dentes tem na boca


O embaraço instalou-se mais uma vez no seio ministerial. Depois de terem jurado a pés juntos que não tinha havido qualquer envolvimento do governo português no caso dos voos da CIA, provou-se agora que, de facto, e como já haviam suspeitado alguns parlamentares, houve troca de informação com os Estados Unidos, para que o espaço aéreo português fosse utilizado no transporte de presos para Guantanamo.
Neste momento, estará Luís Amado perante a dúvida de se manter ou se demitir do cargo  que ocupa como Ministro dos Negócios Estrangeiros, tendo em conta que, em declarações proferidas em sede de Comissão de Inquérito, afirmou categoricamente que se demitiria caso "a oposição conseguisse demonstrar qualquer cumplicidade da parte do Governo relativamente aos alegados voos ilegais da CIA"

3 de novembro de 2010

Primeiro assalto


Quando as reformas são profundas e, por isso mesmo, colidem com os interesses instalados, designadamente das seguradoras ou das instituições bancárias, mais cedo ou mais tarde, os arautos do Estado Social acabam por sucumbir às pressões daqueles que, privados dos chorudos lucros obtidos à custa da satisfação das necessidades básicas de uma  população pouco habituada à paternidade do Estado, começam a dar notas da impossibilidade em continuarem a manter a capacidade de emprego.

23 de fevereiro de 2008

Obama nas alturas



O candidato democrata Obama (Barack) está a conseguir fazer sonhar de novo os norte-americanos.
Tal como Luther King ou J.F.K., Obama consegue chegar ao coração do seu eleitorado, transmitindo-lhe mensagens de esperança, de igualdade, de paz, de coesão social, enfim, uma mensagem que soa bem aos ouvidos de quem, nos últimos anos, tem receado pelo desvanecer do "sonho-americano". A única coisa que aquele potencial presidente norte-americano não tem aos olhos daquela América profunda, conservadora e sempre com a arma pronta a disparar, é uma tez menos morena e a sensatez de poder admitir a existência de poderes paralelos nos bastidores políticos da "maior" potência do mundo.
Portanto, ou muito me engano, e tomara que sim, ou aquele jovem “vendedor de sonhos” irá ter o mesmo fim que os outros sonhadores que o precederam tiveram porque, infelizmente, para matar a esperança basta apenas um, movido pela obsessão de alguns.