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12 de julho de 2012

Todos somos mineiros


"Na última noite foram detidas mais nove pessoas e outras seis ficaram feridas após a jornada de protestos e de confrontos por ocasião da chegada a Madrid da “marcha negra” que os mineiros das Astúrias levaram até à capital espanhola. O protesto é contra o fim dos subsídios estatais ao sector do carvão."

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10 de junho de 2012

Parece que é burro!

Claro que o Estado espanhol iria fazer as coisas de diferente maneira, até porque já tinha a experiência grega e portuguesa que lhe dava uma prévia perspetiva do que poderia acontecer, caso o pedido de ajuda à UE não fosse feito de maneira diferente. 
A Irlanda, mal soube das condições em que foi feito o empréstimo espanhol, de imediato apresentou uma proposta de renegociação. Nós, por cá, em vez de exigirmos tratamento semelhante ao espanhol, preferimos aguardar para ver como vai ser, para depois contarmos como é que foi. Enquanto isso, os nossos parceiros europeus, e muito especialmente os nossos vizinhos, vão-se rindo das opções feitas pelos nossos políticos que, à custa quererem de ver o problema resolvido o mais rapidamente possível, optaram pela pior solução...para o Povo, claro.

25 de setembro de 2011

Ora aí está um boa notícia!


Trata-se, obviamente, de uma das boas notícias deste dia e de um exemplo a seguir o todos aqueles que ainda se mantêm agarrados a uma tradição cujo momento alto é o massacre de um animal em praça pública.
Se uma das grandes capitais mundiais da "Festa Brava" acolhe de bom grado o determinado pelo parlamento quanto à proibição das touradas, então dificilmente aceitarei que em Portugal não se atue da mesma maneira relativamente a um dos mais primitivos e degradantes espetáculos que ainda teimamos em alimentar.

2 de dezembro de 2010

Acabou o sonho


A organização do Mundial de Futebol de 2018 vai estar a cargo da Rússia. Será que a FIFA ouviu o professor Cantiga Estevas a classificar de ofensiva para o povo português, a candidatura ibérica à competição ou será que se deixou intimidar com as declarações do chefe da diplomacia russa, a poucas horas de se saber quem iria organizar tal evento.

18 de novembro de 2010

A brincar a brincar


Somos de facto extraordinários. Quando a coisa se torna demasiado séria, falhamos os objectivos, ou porque estamos mal orientados, ou porque não temos aquele desempenho necessário ou então porque não conseguimos ultrapassar o estado emocional que nos puxa constantemente para baixo e nos leva a carpir as mágoas e a arranjar um culpado a quem possamos atribuir a culpa da nossa má sorte. Por outro lado, quando pretendemos provar, nem que seja a brincar, que superámos a fase negativa em que nos encontrávamos, e estamos prontos para superar todas as dificuldades que se nos apresentem, então conseguimos demonstrar que somos verdadeiramente extraordinários.

7 de novembro de 2010

Nós pagamos


Os portugueses são de facto os campeões do desenrasque. Conseguem ver uma oportunidade onde outros vêm um problema.
A prepararem-se para o advento de dias difíceis, não só pelo aumento da carga fiscal, mas também, no caso concreto, pelo fim da gratuitidade de circulação em algumas SCTU'S, uns empresários portugueses do sector hoteleiro decidiram serem eles a suportarem as despesas que os seus hóspedes espanhóis têm com o pagamento das portagens. Assim, segundo eles, a quebra nas reservas que se fez sentir logo após a introdução das portagens, não voltará a acontecer se, claro, for só esse o único motivo que levou os espanhóis a afastarem-se do nosso país, ou não estivessem também eles a passar por uma crise idêntica à que vivemos actualmente.

8 de abril de 2010

Pés de barro


Um dos juízes mais destemidos de sempre, corre o risco de, também ele, ser julgado e condenado, por alegadamente, ter actuado de forma ilegal nos casos das vítimas do franquismo.
É certo que contribuiu de forma bastante eficaz para demonstrar que não existe ninguém intocável, tendo ficado conhecido pela ordem de prisão que deu a Augusto Pinhochet, mas isso não bastou, nem tinha que bastar, para que a sua actuação estivesse acima de qualquer lei.
Esta situação faz-me lembrar uma outra que também ocorreu em Espanha durante os quatro governos do PSOE e que teve a ver com os Grupos Antiterroristas de Liberación. Também eles pretendiam por cobro à ameaça terrorista que continuava a pairar sobre Espanha e também eles, a dada altura, foram mais ou menos acusados de utilizarem na luta anti-terrorista, métodos idênticos aos dos terroristas.
Fico com a ideia de que várias têm sido as tentativas, por parte do Estado Espanhol, para dificultar cada vez mais a vida aos seus inimigos, actuais e passados, só que, se de início as coisas parecem andar a correr bem, nem por isso se mantêm assim até final. O excesso de poder com que as autoridades espanholas, parecem por vezes deter, leva-os a não resistirem à tentação de ultrapassarem os limites que eles próprios consideram inultrapassáveis. 

7 de fevereiro de 2010

Os perigos de quem não paga a renda

Não fosse a preocupação de uma senhoria desesperada com a falta de pagamento da renda, ainda hoje os etarras se pavoneavam pelas ruas de Óbidos a carregar e descarregar explosivos, longe dos olhares suspeitos dos nossos astutos polícias. Só resta saber se alguma vez as autoridades de ambos os lados da fronteira se vão entender relativamente à quantidade de explosivos verdadeiramente apreendida.

25 de outubro de 2009

Uma muito boa notícia



Apesar de extremamente ameaçado, o Lince Ibérico tem sido uma espécie que, com o esforço de alguns, conseguiu ultrapassar a ameaça de desaparecimento. Primeiro em Espanha, onde foi possível reproduzi-los em cativeiro, agora é a vez de Portugal receber o primeiro dos quinze exemplares que irão povoar a Herdade das Santinhas, em Silves.
É bonito ver que quando o homem quer e se une em torno de um objectivo tão nobre, geralmente consegue os resultados esperados. Pena é que essa vontade não se verifique noutras áreas da sociedade.

29 de julho de 2009

Sonho Único

A ideia não é nova e, confesso, que me é de certo modo atractiva, tendo em conta o desempenho que cada um dos Estados tem a nível mundial, quer económica, quer culturalmente.
Preferiria, isso sim, que cada um tratasse da sua vida, dentro de portas, e que, internacionalmente, se apresentassem como dois estados com os mesmos objectivos e com as mesmas posições. Bem sabemos que foram inúmeras as vezes que os «nuestros hermanos» mostraram interesse por este bocado da península, como também sabemos que de todas elas foram «convidados» a sair. Também sabemos que das vezes em que conseguiram estar mais tempo, fizeram questão de destruir tudo aquilo que nos mantinha funcionais para dificultar o mais possível a tarefa de reconstrução. Portanto, e tendo em conta as opiniões, esse desejo de alguns ainda terá que esperar até que o consenso ultrapasse as barreiras que ainda hoje existente e que as feridas há muito abertas se fechem definitivamente, pois, enquanto isso não acontecer, continuaremos a olhar para Espanha, como um país de maus ventos e de maus casamentos.