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18 de outubro de 2013

17 de janeiro de 2013

Constituição Participativa: O novo poder dos cidadãos

Qualquer governante deseja governar em maioria absoluta, não para ter um poder absoluto, mas sim para poder levar o seu programa até ao fim, sem ter que esperar por consensos ou por discussões inócuas que só gastam tempo e dinheiro ao Estado. No caso de António José Seguro, não creio que tenha sido oportuna a sua ambição declarada de governar em maioria, tão só porque, por um lado, o momento é de crise e não nos podemos dar ao luxo de irmos a eleições de novo e, por outro, não é de maiorias absolutas que necessitamos, mas sim de alguém que efetivamente preserve o bem-estar do Povo, sem estar "amarrado" às orientações de organizações políticas, cujo único objetivo é eternizarem-se no poder, utilizando em seu benefício a capacidade legislativa que a Constituição da República lhes confere, para "fazerem" leis em função dos seus interesses e necessidades.
Para (tentar) evitar tudo isso a Islândia, o Brasil e mais recentemente a Espanha, avançaram com iniciativas que visam uma participação mais ativa da sociedade civil no dia-a-dia dos parlamentares, através da criação de plataformas de discussão online, com o objetivo condicionar a atuação dos políticos, sobretudo quando dela resultam imposições ditas inevitáveis e que mais não são do que o produto da gestão irresponsável, que os políticos de pacotilha, fazem do património que lhes é e lhes foi entregue.