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15 de outubro de 2013

Santa ingenuidade


Porque razão é que José Eduardo dos Santos havia de estar preocupado com as relações entre Angola e Portugal, se a China já e dona da EDP, da REN e pretende vir a ser de outras que estão na calha para serem privatizadas?

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22 de março de 2013

Aos poucos a coisa vai


Depois da eletricidade, das infra-estruturas necessárias à sua distribuição, segue-se a água
Daqui a nada já só estamos com disponibilidade para consumir....sem discutir.

23 de janeiro de 2012

Vermelho Sangue


Enquanto que por cá, o Estado "esfrega" as mãos de contente por ter vendido aos chineses a sua participação na EDP e se preparar para vender a que tem na REN, na China os direitos humanos continuam a ser trucidados, sem que isso seja motivo para que, ao menos, se expresse uma ponta de indignação pelo constante desrespeito para com as minorias étnicas, designadamente os tibetanos, por sinal bem mais pacíficos do que seria desejável.
Convém não esquecer aqueles que, por cá, se dizem defensores dos mais necessitados e dos mais desprotegidos contra a prepotência do Estado, se esquecem de condenar as atrocidades que com frequência se vão cometendo nos países onde ainda vigoram os regimes que eles tanto adoram e com os quais, sentados nas poltronas do parlamento, tanto se identificam.

6 de novembro de 2011

Um questão de números

Com esta frase lapidar, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros Chinês classifica (e pretende legitimar) a contínua repressão exercida pela China sobre a população tibetana, desde que em 1950 invadiu aquele território e que desde o princípio do deste ano já provocou 11 imolações.
Ainda bem que as autoridades de Pequim estão atentas aos movimentos de Dalai Lama e de outros separatistas que, tal como ele, lutam contra a destruição de um povo, perante a passividade disfarçada do resto mundo, tão somente porque a China poderá vir a ser um dos fatores de estabilidade da velha Europa.

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22 de setembro de 2011

Passado presente


Os efeitos dos sucessivos embargos e das recorrentes sanções de que tem sido alvo desde a queda do regime soviético, levam a Coreia do Norte a uma mudança de estratégia face à quebra do investimento estrangeiro. Assim, tentando atrair os seus aliados russos e chineses, oferece-lhes um pacote turístico onde, para além das magníficas paisagens, ainda cabem umas visitas, também elas guiadas, a um glorioso, saudoso e não muito distante passado.

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1 de julho de 2011

A grandiosidade da obra do homem


Com cerca de 42 kms é, até ao momento, é a maior ponte do mundo e, para já, não há notícias de que as autoridades chinesas tenham oferecido, ou pensem em oferecer, alguma refeição para comemorar o feito.

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11 de março de 2011

Monges terroristas


Eu até posso compreender o nervosismo da China para com as declarações de Dalai Lama.
Acredito que, apesar da dimensão daquele país, perder um bocadinho que seja, poderá prejudicar a estabilidade do todo e permitir que outros sigam pelo mesmo caminho.
O que eu não posso aceitar, é que tudo isso tenha que ser conseguido, à custa do sofrimento de um Povo, cuja necessidade maior, é ter uma autonomia mais alargada face a Pequim.

10 de dezembro de 2010

Um prémio contra a hipocrisia


Não é aceitável que, por um lado se olhe para a China como um parceiro comercial desejável e, por outro, se permita que esse mesmo país continue a perseguir e encarcerar aqueles que ousam insurgir-se contra aquilo que consideram uma total falta de respeito contra os mais básicos direitos humanos.

28 de outubro de 2010

"Todas as flores do futuro estão contidas nas sementes de hoje" *


A China, como gigante que é, e na tentativa de prolongar a sua influência no mercado mundial, faz périplos pelos países mais endividados da Europa, a fim de lhes comprar as dívidas para assim lhes aliviar o peso, cada vez mais crescente e insustentável, dos compromissos que assumiram.
É bonita esta atitude da China para com as economias mais debilitadas da zona euro, tanto mais que assim, ficarão reféns unicamente de um credor que, de acordo com a capacidade de crescimento demonstrada, pode significar bastante investimento e uma lufada de ar fresco para essas errantes economias. Só não se sabe a que troco essa negociação será feita, mas estou em crer que tudo se fará com a maior das transparências, ou não fosse a China um parceiro com quem coabitámos durante cerca de 500 anos, apesar de ter sido aquela grande potência que contribuiu decisivamente para acabar com o colonialismo português em África.
I
*provérbio chinês

11 de outubro de 2010

É por essas e por outras

Como não poderia deixar de ser, os iluminados do Partido Comunista Português, criticaram a atribuição do Prémio Nobel da paz a um dissidente do regime chinês.
São expeditos os nossos compatriotas em se colocarem ao lado de quem eles pensam que defende os princípios do comunismo, tal como eles o defendem. Não interessa se essa indignação vem de um país onde, todos os dias, há várias décadas, são desrespeitados os mais básicos direitos humanos, tal como aconteceu no Tibete ou mais recentemente em Xinjiang, e sempre assim será quando alguém ousa exigir ou sequer sugerir, que sejam respeitados os direitos de autonomia ou de auto determinação dos povos que vivem em algumas das províncias que compõem aquele gigante asiático.
Espanta-me a rapidez com que os de cá aplaudem as atitudes dos de lá. Só estranho que, por exemplo, relativamente à proliferação das vulgarmente designadas "Lojas Chinesas", que em muito contribuíram para a destruição o nosso tecido empresarial, colocando no desemprego centenas de trabalhadores portugueses, não tenha havido por parte deles, sequer uma palavra de condenação, quanto mais não fosse, relativa ao horário de trabalho praticado nas mesmas, já para não falar na qualidade e no preço dos produtos que nelas são vendidos.

12 de fevereiro de 2010

E o mundo aqui tão perto


Enquanto que por este país à beira-mar plantado se discutem as peripécias de um primeiro-ministro que não quer perder, por nada deste mundo, o lugar que tantas dores de cabeça lhe tem dado, no outro lado do mundo outras questões bem mais relevantes se levantam. Obama insiste em manter agendado o encontro com Dalai Lama, apesar das ameaças perpetradas pela China, com a simples justificação de que “O Dalai Lama é uma figura religiosa e cultural respeitada no mundo inteiro, e é nesta qualidade que o presidente se vai encontrar com ele”.
Concordo com a posição de Obama. Se há motivos que justifiquem um braço de ferro, o respeito pelos direitos humanos é um deles. Além disso, e como se não bastasse, impedir que a cultura de um povo seja constantemente violentada, deve continuar a ser uma das preocupações de quem tem o poder para impedir que a razão se sobreponha à força, nem que para isso seja necessário arriscar um birra diplomática, com naturais implicações para a economia dos intervenientes. Sim, porque hoje em dia, as guerras travam-se nos mercados de capitais e a simples quebra do acordado quanto às trocas comerciais pode deitar por terra o que foi construído em prol na tranquilidade e da boa vizinhança.