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16 de janeiro de 2013

Dar e receber


Se existe presidente no mundo que mais tem feito pela luta contra as desigualdades e os excessos do seu país, esse presidente chama-se Barak Obama
Se ele vai conseguir mudar a mentalidade dos americanos, sobretudo aqueles que todos os dias constroem fortunas à custa da destruição, quer do planeta, quer daqueles que nele habitam, isso não sei. Só sei que, mesmo tendo consciência de como as "suas" medidas, podem afetar o património daqueles que mais têm, não deixa de as apresentar, pois sabe, que só assim os pode obrigar a serem mais solidários com as necessidades da sociedade que os alimenta.

2 de novembro de 2012

Pois!

Mais tarde ou mais cedo todos vão optar por escolher os líderes que lhes garantam um futuro mais sustentável. E isso é mais do que suficiente para servir de esperança a um mundo cada vez mais violento, mais pobre e menos equitativo.
Não chegam as palavras de circunstância para conquistar o voto dos eleitores. Quem conseguir converter a vontade apregoada em visíveis resultados, terá concerteza a confiança de todos.

30 de outubro de 2012

Os bens dos males

A elogiada forma como Obama geriu a crise provocada pela tempestade "Sandy", poderá muito bem dar-lhe uma nova e confortável vitória nas próximas eleições.

14 de fevereiro de 2012

Adiáveis marginalidades

Não tenho dúvidas acerca do sucesso do encontro de Obama com Xi Jinting, sobretudo se o analisarmos numa perspetiva geopolítica, em que duas das mais poderosas nações se reúnem para assentarem posições globais, numa altura em que o mundo está sujeito a grandes mudanças.
Só lamento que as preocupações americanas, com os direitos humanos, se tenham ficado pelas críticas e protestos dos manifestantes concentrados à porta da Casa Branca.

3 de maio de 2011

Ou muito me engano...


Com a morte de Bin Laden, os E.U.A., e seus aliados, não mataram um terrorista. O que fizeram, isso sim, foi terem criado um mártir que vai inspirar um número inimaginável de devotos seguidores, à semelhança do que aconteceu, e acontece, em muitas religiões.

3 de novembro de 2010

Primeiro assalto


Quando as reformas são profundas e, por isso mesmo, colidem com os interesses instalados, designadamente das seguradoras ou das instituições bancárias, mais cedo ou mais tarde, os arautos do Estado Social acabam por sucumbir às pressões daqueles que, privados dos chorudos lucros obtidos à custa da satisfação das necessidades básicas de uma  população pouco habituada à paternidade do Estado, começam a dar notas da impossibilidade em continuarem a manter a capacidade de emprego.

9 de outubro de 2009

Um grande incentivo




Há acontecimentos que, pela oportunidade com que surgem, só são explicáveis se acreditarmos que a obra de um homem, não só se avalia pelo resultado, mas também pelas intenções que manifesta.
Barack Obama, foi nomeado Prêmio Nobel da Paz, "pelos seus esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos".
Só isso bastará para que alguém seja galardoado com tão importante distinção? Claro que não, mas quando esse alguém é presidente de uma das nações mais poderosas do mundo, quando esse alguém tem mais do que condições para condicionar a escalada de violência a nível mundial e para sentar à mesa das negociações partes beligerantes, com vista a resolver pacificamente qualquer dos conflitos em que estejam envolvidos, então esse alguém deve ser incentivado a continuar nessa senda e maior incentivo do que ser Nobel da Paz, não deve existir.
Além disso, convém não esquecer, que tal reconhecimento, vem reconciliar os americanos como o seu presidente, contestado que estava a ser, por não ter conseguido que o seu país fosse anfitrião dos Jogos Olímpicos de 2017  e por permitir que soldados do seu país continuem a morrer num conflito sem fim à vista.

23 de fevereiro de 2008

Obama nas alturas



O candidato democrata Obama (Barack) está a conseguir fazer sonhar de novo os norte-americanos.
Tal como Luther King ou J.F.K., Obama consegue chegar ao coração do seu eleitorado, transmitindo-lhe mensagens de esperança, de igualdade, de paz, de coesão social, enfim, uma mensagem que soa bem aos ouvidos de quem, nos últimos anos, tem receado pelo desvanecer do "sonho-americano". A única coisa que aquele potencial presidente norte-americano não tem aos olhos daquela América profunda, conservadora e sempre com a arma pronta a disparar, é uma tez menos morena e a sensatez de poder admitir a existência de poderes paralelos nos bastidores políticos da "maior" potência do mundo.
Portanto, ou muito me engano, e tomara que sim, ou aquele jovem “vendedor de sonhos” irá ter o mesmo fim que os outros sonhadores que o precederam tiveram porque, infelizmente, para matar a esperança basta apenas um, movido pela obsessão de alguns.