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17 de janeiro de 2012

São capazes de me explicar como?

Com que motivação é que o comum dos portugueses pode ouvir e aceitar as palavras de um primeiro-ministro que procura desesperadamente o apoio incondicional do "seu" Povo, quando todos os dias esse mesmo Povo, se depara com cada vez mais dificuldades e com cada vez mais provas de que, afinal, o poder e a ânsia de o manter, faz de Passos um político igual aos outros, indiferente ao sofrimento daqueles que prometeu governar com equidade, imparcialidade e justiça e que apenas procura "honrar" os compromissos que assumiu com quem está muito mais preocupado em reaver, de preferência em dobro, o dinheiro que durante anos nos andou a dar e que só alguns tiveram o privilégio de, impunemente, esbanjar?

3 de março de 2011

Não era preciso ir a correr falar com a patroa....

 
Quanto a coisa está má, lá vai Sócrates a correr para os braços de Merkel, pedindo-lhe que seja ela a dizer a verdade aos portugueses, uma vez que ele, como primeiro-ministro, não tem coragem para o dizer, isto claro, a julgar pelas nas recorrentes declarações que faz à Nação, onde nunca admite estarmos tão mal quanto aparentamos estar.
Desse modo, e porque lhe falta legitimidade moral para nos dizer que o laço está a apertar cada vez mais ou, como dizia o outro, "com a cara encostada à parede" vai fazer choradinhos para o regaço da chanceler a pedir-lhe que seja ela a dizer aos portugueses que as medidas de austeridade impostas, apesar de correctas e corajosas, ainda são insuficientes, o que por outras palavras quer dizer, que poderemos contar com mais algumas restrições ao nosso parco orçamento, sem que da parte dos políticos venha algum sinal de contenção nas despesas, antes pelo contrário.