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16 de março de 2016

Costa o malabarista



António Costa é um dos mais exímios negociadores que até hoje conheci e, perdoem-me os que assim não pensam, o melhor político que alguma vez poderíamos ter tido. É que com ele, assistimos a uma verdadeira manifestação de democracia, coisa que já não víamos há já algum tempo no parlamento.

10 de novembro de 2015

Claudicaram



O que mais chateia a coligação, não é tanto o lugar de oposição, mas sim a impossibilidade de chegar aos lugares de decisão, o que nunca aconteceu durante 40 anos.

4 de novembro de 2015

Começou a dança


E de repente, António Costa, passou de mau dançarino a rainha do baile com quem todos querem dançar.


19 de outubro de 2015

A última cartada


Depois de ter ouvido Costa falar sobre as contas escondidas, Portas veio logo à TV colocar o seu lugar à disposição, na vã tentativa de o levar a não falar mais acerca do assunto. Não porque esteja muito preocupado com o seu futuro político, mas porque as contas do país, e constantemente negadas à oposição, são mesmo um grande embuste que, mais uma vez, vamos ter que pagar....mas com  mais calma do que até aqui.

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12 de outubro de 2015

Cristalizar

António Costa está a dar à esquerda a oportunidade de se unir e concentrar verdadeiramente naquilo que melhor sabe (e pode) fazer. A defesa do Estado Social é a pedra de toque deste novo entendimento, através do qual, sem romper com os compromissos assumidos, é possível encontrar uma base comum, onde o esforço de todos se conjugue no sentido de distribuir, mais equitativa e inteligentemente, a riqueza gerada e desperdiçada.
Acho que (finalmente), o PS encontrou o seu caminho e se afirmou como elemento imprescindível na construção de uma sociedade mais justa, mais equilibrada e mais solidária.

10 de outubro de 2015

Porque não tentar e acreditar



Se, desde que foi que foi alcançada a democracia em Portugal, nunca o país conseguiu "efectivar a sua independência em matéria de desenvolvimento institucional, e tem-se revelado incapaz de gerar a longo prazo, e do interior do seu sistema Constitucional, políticas sustentáveis" porque motivo é que a procura de novas soluções governativas não deve ser encarada como positiva, já que pretende romper com aquilo que tem sido o habitual e que, basicamente, se tem traduzido num constante desvario das contas públicas, em deprimentes escândalos e em inevitáveis resgates?

7 de outubro de 2015

O verdadeiro primeiro


Se António Costa desempenhar cabalmente a sua missão (de mediador compreenda-se), dúvidas não existem que vai consolidar a sua posição como o mais competente (e desejado) candidato a primeiro-ministro do país, já que nada se poderá fazer sem o seu consentimento.

6 de outubro de 2015

17 de setembro de 2015

Ao fim e ao cabo


Ontem, no debate entre António Costa e Jerónimo de Sousa, ambos se referiram ao facto de, numa das televisões do nosso país, já não existirem pessoas atrás das câmaras, mas sim robôs que as substituíam. Ao constatarem essa (triste) realidade, bem poderiam afirmar que essa "alteração" só compensa, se aquilo que poupar, for imediatamente aplicado no bem-estar daqueles que foram substituídos. Isto sim, é a  melhor forma de lidar com o desemprego, ou não fosse a máquina pensada e criada para nos aliviar do esforço e nos tornar mais ricos.

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8 de setembro de 2015

Os amigos são para as ocasiões


Previsivelmente Sócrates disse que "está ao lado do PS e de António Costa". Por sua vez António Costa está, previsivelmente, embaraçado com tal manifestação de apoio.

1 de dezembro de 2013

Intuições


Estou convencido que o país ficaria a ganhar muito mais se António Costa não optasse por se candidatar à Presidência da República.

14 de fevereiro de 2010

Em Contra Relógio


Depois de conseguirem desacreditar a pessoa e o político, eis que a oposição está a um passo de concretizar o seu plano de governo para o país.
António Costa e Capoulas dos Santos foram unânimes em considerar que a solução para ultrapassar a crise, passa forçosamente pela apresentação de uma moção de censura ao governo. Só que, para além de outras, existem questões a resolver no PSD. A falta de liderança alternativa vai gerar um clima de tensão dentro das estruturas do maior partido da oposição.
Se por um lado clama por mudança, por outro não tem alternativa à governação. Se decidir ir a eleições, tem que esperar primeiro pela eleição daquele que será o próximo primeiro-ministro de Portugal. Como a crise não pode esperar e não se vislumbra, por parte de Cavaco Silva, qualquer intenção de intervir na governação do país, antes achando que é necessário ter confiança no governo, sou capaz de apostar que os benefícios dessa campanha, negra diga-se, contra José Sócrates, lhe trarão mais vantagens do que desvantagens, independentemente de continuar a ser ou não candidato ao que quer que seja. Assim, sem conseguir acompanhar a velocidade a que a sucessão de acontecimentos ocorre, o PSD poderá muito bem vir a perder mais do que estava à espera de vir a ganhar, pois corre o risco de não conseguir ter e ser uma alternativa viável de governo.
Com tudo isto, os portugueses permanecem em crise e aguardam a decisão dos senadores, quão preocupados que estão em resolver os problemas de governação do país, somente gerados porque quem governa são outros e não eles.