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24 de setembro de 2011

De facto, o problema já vem de longe, de muito longe!


"Algures no Atlântico, numa ilha com menos habitantes do que a do concelho de Gondomar, ou de Vila Franca de Xira, ou de Odivelas, ou de Famalicão, avançam os projectos de dois museus de arte contemporânea. A poucos quilómetros um do outro. Um deverá custar 13 milhões de euros. O outro está orçado em sete milhões. De caminho até há projecto do atelier de Óscar Niemeyer. Como pano de fundo, umas eleições regionais. Só que esta ilha não é a Madeira “despesista”: é São Miguel, nos Açores. Um dos projectos é promovido pelo governo regional (PS), o outro pela câmara de Ponta Delgada (PSD). Tudo em Portugal, no ocaso deste ano de 2011, o ano em que a troika chegou. Estarão a gozar connosco?"

20 de setembro de 2011

Ainda a propósito de "buracos"

Independência já!

Juro que não me apetecia nada voltar a falar no assunto, mas não consigo resistir perante mais um buraco nas contas da Madeira, detetado pelo Tribunal de Contas.
É impossível alguém pensar que o dr. Alberto fazia as coisas tão sub-repticiamente que ninguém, em 30 anos de usurpação democrática (?) do poder, alguma vez tivesse ousado sequer questionar a verticalidade financeira do ilhéu mais prepotente do continente.
Agora, pasme-se, todos os que passaram pelo sucessivos governos da República se apresentam indignados com a verdadeira situação financeira da Pérola do Atlântico, sem saberem muito bem se devem ou não, penalizar civil e criminalmente o responsável, ou responsáveis, por tão danosa administração.

20 de agosto de 2011

Este gajo tem cada uma!!!


Jardim é um autêntico mercenário da política e, pior do que isso, é haver gente que, fazendo que o ignora, deixa-o falar, sempre sabendo que no momento certo, têm tudo o que querem dele.
O grande problema está no facto desse desalinhado se sentir acima das leis da república, dizendo o que bem lhe apetece e, como se não bastasse, constituir um enorme encargo para os cofres da nação, sem que para eles nada contribua, muito pelo contrário.

10 de maio de 2011

O bom e o mau governante



Os insulares podem saltar de alegria, pois têm governantes que tudo fazem para lhes agradar. Todos se recordam de Carlos César quando, ao contrário do adoptado no Continente, decidiu não penalizar os funcionários públicos com os cortes salariais. Já Jardim usou recentemente sete milhões de euros, de uma empresa pública falida, para construir um campo de golfe, alegando que o mesmo se enquadra no Plano de deesenvolvimento Económico e Social da Região Autónoma da Madeira para o período 2007-2013.
Apesar de ambas as medidas serem contestadas, quer pelos portugueses do continente, quer por alguns insulares mais descontentes, certo que é que as economias de um e de outro arquipélago, conseguem proporcionar aos seus habitantes, um nível de vida invejável, se o compararmos com o nosso.
Muitas são as razões que nos levam a achar que não pode haver dois pesos e duas medidas, no que diz respeito ao contributo de cada um para amenizar a crise. Aí coloca-se a velha questão, exaustivamente debatida, acerca de uns serem portugueses de segunda e outros de primeira. Quanto a isso, apenas me ocorre o seguinte: Se para se manter no poder, um qualquer governante pode lançar mão a um sem número de dispositivos legais que lhe permitem, artificialmente ou não, manter os eleitores satisfeitos, então que os utilize a seu bel-prazer, porque a Lei assim o permite. Se, por outro lado, tal governante, na tentativa de seduzir o "seu" eleitorado, vai para além do legalmente admissível, então que seja penalizado por tal, à luz das normas de que dispomos para desincentivar esse comportamento. Resta-me agora uma dúvida. Quer num caso, quer no outro, poucos, ou nenhuns, foram os governantes que experimentaram os calabouços pela forma danosa com que administraram os dinheiros públicos. O que se tem verificado é exactamente o contrário. Saem dos tribunais de braço dado com o Povo que os elegeu e que os mantém no poder, o que me leva a pensar no desperdício de tempo que é tentar a condenação de um político eleito só porque, no exercício das suas funções, actuou em benefício do nível de vida daqueles que o elegeram, mesmo com recurso a dinheiros que ele próprio não sabe, ou não quer saber, de onde vem, mas que num ápice sabe muito bem para onde vai.

20 de abril de 2010

Namoro



Nada melhor do que uma enxurrada seguida de uma "Festa da Flor" para aquecer os corações de dois governantes cujo principal objectivo é governar bem os seus súbditos. Até quando é que o verniz se aguentará sem estalar é o que vamos ver. No entanto, se o inevitável acontecer, só prova que, em política, o que hoje é uma verdade, amanhã poderá não ser, pelo menos, tão verdade como no dia anterior.

7 de setembro de 2009

"Madeira é exemplo de um bom governo do PSD"


Será esse o modelo de governação que Manuela Ferreira Leite que para o país? Se assim for, eu quero ir viver para os Açores.