4 de dezembro de 2012

Pois claro

Independentemente dos recuos, tanto do presidente do eurogrupo, Jean-Claude Juncker, como do nosso ministro Vítor Gaspar, Portugal só não beneficia das condições agora adotadas para a Grécia porque não houve quem em Portugal tivesse desafiado o poder do Estado, tal como os gregos fizeram desde a primeira hora. Assim, como as coisas por cá não foram tão danificadas como lá, nem os nossos políticos foram vilipendiados de forma sequer semelhante, não é necessário, nem mais dinheiro, nem mais prazo.

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