15 de março de 2011

À espreita


Mal surgiu a oportunidade, logo aparece uma óptima solução para diminuir a máquina do Estado a qual, apesar de não resolver nada, tem o mérito de, pelo menos ser exequível. 
Claro que não é inocente este avanço que o CDS pretende dar em relação ao PSD, antes será um convite dissimulado ao maior partido da oposição que, como se vê, ainda não está preparado para governar, quanto mais sózinho.
É uma solução ousada, e até oportuna, mas só possível de ser lançada por um partido que apenas será poder a reboque do PSD.
Se é exequível ou não, só depende da vontade dos próximos inquilinos de São Bento, mas estou em crer que é possível de concretizar, bastando para isso que, numa primeira fase, sejam dispensados os muitos "penduras" que pululam pelos vários organismos do Estado, à espera do momento certo para levantarem a bandeira em nome, ou defesa, de um partido que os lá mantém.
Mas pronto, apesar de ter tudo para resultar e, principalmente, de ser estranhamente funcional, talvez alguns dos políticos de carreira nela encontrem o princípio daquilo que poderá vir a ser o Estado ideal para o nosso país, e se deixem de acusações mútuas, como se fossem miúdos a brincarem com a paciência, e o dinheiro, de quem ainda vai conseguindo assistir a estes joguinhos de interesses, em que todos teimam em manter as posições “clubísticas”, que só têm levado este país à miséria.

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1 comentário:

Fusível Ativo disse...

Pode ser que um qualquer político (porque já nem falo em partidos) se ilumine e proteja os interesses de Portugal e dos portugueses mais do que as cores do seu partido.