21 de abril de 2010

Há sempre um Plano B


Com o novo líder do PSD, as coisas parecem ser bem mais fáceis de gerir, tanto para o ainda primeiro-ministro, como para o próprio presidente da república. As propostas para uma governação mais assertiva e coerente têm sido (bem) aceites pelo partido que governa, apesar de não ser essa a imagem que pretendem ver passada para a opinião pública. Passos Coelho aparece assim como a consciência de Sócrates, fazendo-o reflectir e inflectir, perante a sobriedade das propostas por si apresentadas quanto às medidas a adoptar para relançar a economia portuguesa, sem prejudicar em demasia os contribuintes. Quanto à magistratura de influência exercida por Cavaco Silva, na tentativa de serenar os ânimos constantemente exaltados dos parlamentares e que inexoravelmente aumentam o sentimento de desconfiança da sociedade, convém salientar que, apesar de ser sempre bem-vinda, é representativa da capacidade que o mesmo para gerir as prioridades com que devem ser encaradas as políticas em tempos de crise o que, provavelmente para um poeta não seria tarefa fácil

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